Andar de bicicleta é fácil. E há várias vantagens de usá-la como principal meio para se locomover na cidade: não ficar parado no trânsito, economizar dinheiro, não emitir gases do efeito estufa, praticar exercício físico, conhecer melhor a cidade… Mas saber pedalar, apenas, não significa saber pedalar na cidade. É preciso uma dose extra de segurança, porque – infelizmente – os centros urbanos brasileiros não valorizam pedestres e ciclistas.
Com o objetivo de inspirar cidades brasileiras a reverter essa situação, a jornalista Natália Garcia – que tem a bicicleta como seu meio de transporte – criou o projeto Cidades para Pessoas*. Ela percorre o mundo reportando boas ideias de planejamento urbano que valorizam a convivência entre pessoas.
Natália já passou por Copenhague, Amsterdam, Londres e Paris, de onde publica em seu blog no Planeta Sustentável iniciativas bacanas que tornam a cidade mais receptiva para as pessoas, como sistemas de aluguel e compartilhamento de bikes; treinamento com motoristas de ônibus – para que respeitem os ciclistas -; piscinas e churrasqueiras públicas, sem falar em mapas instalados nas ruas – uma ajuda básica, não?
Para os ciclistas de primeira viagem é importante que aprendam a ser ágeis e a pedalar sem medo no trânsito. Em várias cidades do Brasil, ocorre que ciclistas experientes estão ajudando os sem experiência a se virar no meio urbano. Trata-se do projeto Bike Anjo*. São cerca de 250 voluntários que dão assistência sobre o básico da pedalada e os melhores trajetos. Foi por causa da ajuda de uma amiga Bike Anjo que a própria Natália, do Cidades para Pessoas, começou a pedalar e descobrir detalhes do bairro em que morava.
Agora a prática deve ser formalizada e expandida num site que facilitará a comunicação entre os Bike Anjos e os ciclistas iniciantes. A nova plataforma também permitirá crescimento para outras áreas como cursos, oficinas e campanhas de educação. Os Bike Anjos esperam conseguir isso através do financiamento coletivo. Faltam quatro dias para atingir a meta publicada no Catarse. Ajuda lá!
Comentário: É realmente ótimo esse projeto Bike Anjo! Deve ter muita gente que até anda de bicicleta mas tem medo de se arriscar nas ruas das metrópoles. Eu queria muito saber andar de bicicleta no asfalto sem ficar com tanto medo dos carros, mas não é fácil sentir segurança quando se depende de outras pessoas também. Por isso, é sempre bom ter uma ajudinha de pessoas que já são experientes.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/conheca-a-sua-cidade-pedalando-com-seguranca/
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Em Londres, quem andar de bicicleta terá desconto em lojas e cinemas
Que tal ser recompensado, financeiramente, por deixar o carro em casa e se locomover pelas ruas da cidade a pé ou de bicicleta? Essa é a mais nova medida londrina para estimular a mobilidade sustentável – e, consequentemente, reduzir os níveis de poluição e congestionamento na capital inglesa.
A bonificação funcionará com a ajuda de um aplicativo para smartphone, criado pela empresa Recyclebank, com o apoio da prefeitura de Londres. Ao ser instalado no celular, o app é capaz de mensurar e pontuar os deslocamentos feitos a pé ou de bicicleta pelo usuário do aparelho, que poderá converter os pontos em prêmios e descontos, nas lojas e cinemas que participam da ação.
A iniciativa foi anunciada nesta semana pelo governo londrino e será testada, por um grupo de pessoas, até o final do ano, para finalmente ser lançada no segundo semestre de 2012 – não por acaso, quando começarão os Jogos Olímpicos de 2012, na cidade.
O Brasil também será sede das Olimpíadas, em 2016. Você acha que a medida adotada pela prefeitura de Londres poderia ser copiada pelo Rio de Janeiro para incentivar a mobilidade sustentável na capital fluminense e reduzir o trânsito caótico que esse tipo de evento esportivo mundial costuma causar nas cidades que o sediam?
Comentário: Normalmente não sou a favor de que as pessoas se beneficiem por algo que elas deveriam tentar fazer naturalmente, sem querem nada em troca. Mas pensando melhor, pode até ser bom, porque as pessoas que começarem a andar de bicicleta ou a pé para ganhar descontos podem se acostumar a fazer isso e até gostar, e talvez depois que esse negócio acabar elas continuem fazendo assim.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/em-londres-quem-andar-a-pe-ou-de-bicicleta-tera-descontos-em-lojas-e-cinemas/
A bonificação funcionará com a ajuda de um aplicativo para smartphone, criado pela empresa Recyclebank, com o apoio da prefeitura de Londres. Ao ser instalado no celular, o app é capaz de mensurar e pontuar os deslocamentos feitos a pé ou de bicicleta pelo usuário do aparelho, que poderá converter os pontos em prêmios e descontos, nas lojas e cinemas que participam da ação.
A iniciativa foi anunciada nesta semana pelo governo londrino e será testada, por um grupo de pessoas, até o final do ano, para finalmente ser lançada no segundo semestre de 2012 – não por acaso, quando começarão os Jogos Olímpicos de 2012, na cidade.
O Brasil também será sede das Olimpíadas, em 2016. Você acha que a medida adotada pela prefeitura de Londres poderia ser copiada pelo Rio de Janeiro para incentivar a mobilidade sustentável na capital fluminense e reduzir o trânsito caótico que esse tipo de evento esportivo mundial costuma causar nas cidades que o sediam?
Comentário: Normalmente não sou a favor de que as pessoas se beneficiem por algo que elas deveriam tentar fazer naturalmente, sem querem nada em troca. Mas pensando melhor, pode até ser bom, porque as pessoas que começarem a andar de bicicleta ou a pé para ganhar descontos podem se acostumar a fazer isso e até gostar, e talvez depois que esse negócio acabar elas continuem fazendo assim.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/em-londres-quem-andar-a-pe-ou-de-bicicleta-tera-descontos-em-lojas-e-cinemas/
Pelo fim da matança de cães, vista uma coleira vermelha nas redes sociais
Neste mês, diversas pessoas trocaram suas fotos de perfil no Facebook por personagens de desenho para se manifestar contra a violência infantil e, agora, que tal vestir uma coleira vermelha nas redes sociais para protestar contra a matança cruel de cães, em todo o mundo, por conta da Raiva? É o que propõe a campanha Coleiras Vermelhas*, da WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal.
De acordo com a organização, todos os anos, 20 milhões de cães são mortos – 38, a cada minuto –, de forma cruel, na tentativa de combater a doença, mas há uma forma muito mais humanitária – e, até mesmo, mais barata, segundo a Organização Mundial de Saúde – de erradicar a doença: a vacinação em massa gratuita dos cães. Para mostrar isso aos governantes de todos os cantos do planeta e acabar com a matança injusta desses bichinhos, a WSPA recorre ao poder das redes sociais e pede aos internautas: vistam uma coleira vermelha!
O adereço não foi escolhido por acaso: a intenção da organização é que os governos passem a realizar programas de vacinação gratuita e coloquem coleiras vermelhas em todos os cães que já receberam a injeção, para identificá-los. No portal da WSPA, há um aplicativo que transforma a foto de perfil do Twitter e Facebook dos interessados – que ainda têm acesso a vídeos e estudos que comprovam que matar os cães não é a melhor escolha quando o assunto é o combate à Raiva.
E a ação da WSPA não para por aí: se quiser, você ainda pode adotar um cachorrinho virtual no site da iniciativa e, em janeiro do ano que vem, o seu bichinho e todos os outros adotados pelos internautas realizarão uma passeata virtual – por banners de portais do Brasil e do mundo, parceiros da WSPA – para disseminar ainda mais a causa. Vai aderir?
Comentário: Que coisa mais ridícula isso... Tirar fotinho, jogar joguinho... pff Se querem mudar alguma coisa mesmo, que façam algo concreto!
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/pelo-fim-da-matanca-de-caes-vista-uma-coleira-vermelha-nas-redes-sociais/
De acordo com a organização, todos os anos, 20 milhões de cães são mortos – 38, a cada minuto –, de forma cruel, na tentativa de combater a doença, mas há uma forma muito mais humanitária – e, até mesmo, mais barata, segundo a Organização Mundial de Saúde – de erradicar a doença: a vacinação em massa gratuita dos cães. Para mostrar isso aos governantes de todos os cantos do planeta e acabar com a matança injusta desses bichinhos, a WSPA recorre ao poder das redes sociais e pede aos internautas: vistam uma coleira vermelha!
O adereço não foi escolhido por acaso: a intenção da organização é que os governos passem a realizar programas de vacinação gratuita e coloquem coleiras vermelhas em todos os cães que já receberam a injeção, para identificá-los. No portal da WSPA, há um aplicativo que transforma a foto de perfil do Twitter e Facebook dos interessados – que ainda têm acesso a vídeos e estudos que comprovam que matar os cães não é a melhor escolha quando o assunto é o combate à Raiva.
E a ação da WSPA não para por aí: se quiser, você ainda pode adotar um cachorrinho virtual no site da iniciativa e, em janeiro do ano que vem, o seu bichinho e todos os outros adotados pelos internautas realizarão uma passeata virtual – por banners de portais do Brasil e do mundo, parceiros da WSPA – para disseminar ainda mais a causa. Vai aderir?
Comentário: Que coisa mais ridícula isso... Tirar fotinho, jogar joguinho... pff Se querem mudar alguma coisa mesmo, que façam algo concreto!
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/pelo-fim-da-matanca-de-caes-vista-uma-coleira-vermelha-nas-redes-sociais/
Lixeiras cantam e agradecem as pessoas na Inglaterra
A partir do dia 13 de outubro, Londres receberá uma intervenção urbana bem-humorada. Uma série de 25 latas de lixo falantes serão distribuídas pelo centro da cidade, para incentivar os pedestres a jogar os resíduos no lugar certo – e não na rua.
Então, quando alguém descartar seu lixo nestes cestos especiais poderá ouvir uma salva de palmas, um coral de “Aleluia!” ou músicas inspiradas em canções famosas, como “I´m singing in the Bin” (“Estou cantando na lata de lixo”, em inglês), que faz referência ao clássico repertório do filme Cantando na Chuva.
Outras lixeiras vão agradecer as pessoas que colaborarem para a limpeza urbana. E são celebridades locais que falam. A atriz Amanda Holden dirá “Sim, faça isso de novo”. O ex-jogador de críquete Phil Tufnell comemorará, com uma expressão típica do esporte: “Que tal isso!”.
Haverá, também, latas temáticas, como a inspirada na Royal Opera House, no bairro Convet Garden, e a com referência a esportes, que ficará no St John´s Wood, bairro sede do estádio de críquete Lord´s Cricket Ground. A cidade de Liverpool, por sua vez, receberá cestos que remetem aos Beatles.
A iniciativa é do movimento Keep Britain Tidy*, que promove na Inglaterra algumas campanhas contra o descarte de lixo em lugares públicos, e da empresa sem fins lucrativos Sing London*. Depois de dois meses, as lixeiras vão para outras cidades do país e voltarão para Londres para as Olimpíadas de 2012.
O que você achou dessa forma de incentivo ao descarte de lixo no lugar certo? Tem sugestões de mensagens ou temas caso algo semelhante fosse feito no Brasil?
Comentário: Essa lixeira parece ser bem legal até, e deve chamar bastante atenção das crianças. Acho que as crianças têm que ser o principal alvo dessa intervenção, afinal elas ainda estão aprendendo o que faz bem e o que faz mal às pessoas, aos animais e ao meio em que vivem. Talvez alguns adultos não gostem dessa lixeira - ou até gostem, mas depois vão enjoar -, porque toda vez que o lixo é jogado ali ela faz um barulho, e não sabemos se o mesmo é agradável ou não. Mas tudo bem se uns chatos não gostarem. A ideia é boa, as crianças vão aprender a jogar lixo no lugar certo e isso é o que vale.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/lixeiras-cantam-e-agradecem-as-pessoas-na-inglaterra/
Então, quando alguém descartar seu lixo nestes cestos especiais poderá ouvir uma salva de palmas, um coral de “Aleluia!” ou músicas inspiradas em canções famosas, como “I´m singing in the Bin” (“Estou cantando na lata de lixo”, em inglês), que faz referência ao clássico repertório do filme Cantando na Chuva.
Outras lixeiras vão agradecer as pessoas que colaborarem para a limpeza urbana. E são celebridades locais que falam. A atriz Amanda Holden dirá “Sim, faça isso de novo”. O ex-jogador de críquete Phil Tufnell comemorará, com uma expressão típica do esporte: “Que tal isso!”.
Haverá, também, latas temáticas, como a inspirada na Royal Opera House, no bairro Convet Garden, e a com referência a esportes, que ficará no St John´s Wood, bairro sede do estádio de críquete Lord´s Cricket Ground. A cidade de Liverpool, por sua vez, receberá cestos que remetem aos Beatles.
A iniciativa é do movimento Keep Britain Tidy*, que promove na Inglaterra algumas campanhas contra o descarte de lixo em lugares públicos, e da empresa sem fins lucrativos Sing London*. Depois de dois meses, as lixeiras vão para outras cidades do país e voltarão para Londres para as Olimpíadas de 2012.
O que você achou dessa forma de incentivo ao descarte de lixo no lugar certo? Tem sugestões de mensagens ou temas caso algo semelhante fosse feito no Brasil?
Comentário: Essa lixeira parece ser bem legal até, e deve chamar bastante atenção das crianças. Acho que as crianças têm que ser o principal alvo dessa intervenção, afinal elas ainda estão aprendendo o que faz bem e o que faz mal às pessoas, aos animais e ao meio em que vivem. Talvez alguns adultos não gostem dessa lixeira - ou até gostem, mas depois vão enjoar -, porque toda vez que o lixo é jogado ali ela faz um barulho, e não sabemos se o mesmo é agradável ou não. Mas tudo bem se uns chatos não gostarem. A ideia é boa, as crianças vão aprender a jogar lixo no lugar certo e isso é o que vale.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/lixeiras-cantam-e-agradecem-as-pessoas-na-inglaterra/
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Orangotangos são incentivados a fumar nos zoos da Indonésia
A denúncia foi feita por ativistas do COP – Centro de Proteção aos Orangotangos*, que flagraram, neste mês de setembro, os visitantes do zoológico Taru Jurug, na Indonésia, jogando cigarros acessos dentro das jaulas dos primatas – que, na maior desenvoltura, pegam a droga e começam a tragá-la.
Segundo investigação do COP, há anos os orangotangos deste zoo – e, também, de outros da Indonésia – vêm sendo “presenteados” com cigarros pelo público, que, não satisfeito em dar a droga aos animais, ainda os ensina a fumar. Sabe como? Eles se aproveitam da enorme inteligência dos orangotangos – que têm facilidade em aprender por meio de observação – e fumam do lado de fora das jaulas, após jogar o cigarro para o animal, que, rapidamente, entende o que deve ser feito com o “presente”.
E mais: a administração desses zoológicos tem conhecimento da atitude dos visitantes e não faz nada para inibi-la. Pelo contrário: no zoo Taru Jurug, por exemplo, os próprios funcionários jogam cigarros acesos para os orangotangos por “pena” dos bichos, que a esta altura já estão viciados no tabaco e, por vezes, ficam muito agitados ao sentir falta da droga. Assista ao vídeo de um dos orangotangos de Taru Jurug que foi flagrado fumando.
Mesmo após a denúncia pública feita pelo COP, os zoológicos da Indonésia não demonstraram nenhum interesse em coibir a prática – que, infelizmente, já foi flagrada, também, em outros países como África do Sul, Rússia e EUA – e tão pouco as autoridades nacionais se pronunciaram sobre o assunto. Felizmente, nem todos os orangotangos caem na “brincadeira” dos visitantes e aceitam o cigarro (assista a um dos primatas do Buch Gardens, na Flórida, rejeitando a droga). Pelo menos, isso…
Comentário: É deprimente ver outras espécies ficando cada vez mais parecidas com o ser humano, esse animal tão "racional"...
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/orangotangos-sao-incentivados-a-fumar-nos-zoos-da-indonesia/
Segundo investigação do COP, há anos os orangotangos deste zoo – e, também, de outros da Indonésia – vêm sendo “presenteados” com cigarros pelo público, que, não satisfeito em dar a droga aos animais, ainda os ensina a fumar. Sabe como? Eles se aproveitam da enorme inteligência dos orangotangos – que têm facilidade em aprender por meio de observação – e fumam do lado de fora das jaulas, após jogar o cigarro para o animal, que, rapidamente, entende o que deve ser feito com o “presente”.
E mais: a administração desses zoológicos tem conhecimento da atitude dos visitantes e não faz nada para inibi-la. Pelo contrário: no zoo Taru Jurug, por exemplo, os próprios funcionários jogam cigarros acesos para os orangotangos por “pena” dos bichos, que a esta altura já estão viciados no tabaco e, por vezes, ficam muito agitados ao sentir falta da droga. Assista ao vídeo de um dos orangotangos de Taru Jurug que foi flagrado fumando.
Mesmo após a denúncia pública feita pelo COP, os zoológicos da Indonésia não demonstraram nenhum interesse em coibir a prática – que, infelizmente, já foi flagrada, também, em outros países como África do Sul, Rússia e EUA – e tão pouco as autoridades nacionais se pronunciaram sobre o assunto. Felizmente, nem todos os orangotangos caem na “brincadeira” dos visitantes e aceitam o cigarro (assista a um dos primatas do Buch Gardens, na Flórida, rejeitando a droga). Pelo menos, isso…
Comentário: É deprimente ver outras espécies ficando cada vez mais parecidas com o ser humano, esse animal tão "racional"...
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/orangotangos-sao-incentivados-a-fumar-nos-zoos-da-indonesia/
EUA: pesquisadores desenvolvem "isopor verde" de cogumelo

Esqueça as embalagens, copos descartáveis, maquetes e coolers de isopor! Se depender dos pesquisadores norte-americanos Eben Bayer e Gavin McIntyre, este material – cuja reciclagem não é incentivada, o que faz com que ocupe muito espaço nos aterros sanitários – está com os dias contados. O substituto? O cogumelo!
Os especialistas desenvolveram um material tão resistente ao calor quanto o isopor, mas que é feito de forma orgânica, a partir do fungo e de subprodutos agrícolas – como palha de milho e casca de trigo. Funciona assim: uma espécie de raiz do cogumelo, conhecida como micélio, é colocada em uma estufa junto com os restos agrícolas. O fungo, então, se desenvolve e vai formando uma espécie de liga com as sobras. Em cerca de sete dias, o “isopor de cogumelo” está pronto.
De acordo com os pesquisadores, o processo de fabricação do material usa cerca de 10 vezes menos energia, se comparado ao isopor tradicional – já que os cogumelos são cultivados no escuro e sem necessidade de rega –, e ainda dispensa o uso de insumos petroquímicos. Quer mais? O EcoCradle, como foi batizado, é biodegradável. Ou seja, depois que perder a utilidade, pode ser quebrado em pedaços menores e enterrado no jardim – e ainda aduba a terra!
A invenção foi tão bem aceita pela comunidade científica que o Instituto Politécnico Rensselaer, onde os pesquisadores atuam, ofereceu apoio financeiro para que eles criassem sua própria empresa para levar a ideia para o mercado, a Ecovative Design, e foi exatamente o que eles fizeram. O EcoCradle já está sendo vendido, mas apenas para localidades próximas a Nova York, onde fica a companhia. O motivo? Os pesquisadores não querem que o produto perca seu viés sustentável ao ser responsável pelas emissões geradas durante uma viagem internacional.
E aí, o que você achou do “isopor de cogumelo”? Você substituiria o isopor original por ele?
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/eua-pesquisadores-desenvolvem-isopor-verde-de-cogumelo/
Fraldas e absorventes descartáveis sujos podem ser reciclados
Não há dúvidas de que as fraldas descartáveis geram um grande prejuízo ao meio ambiente. Elas se acumulam aos montes em lixões e aterros sanitários e demoram cerca de 500 anos para se decompor. Estima-se que um bebê use por volta de seis mil fraldas desse tipo até que passe para o pinico. Já as fraldas de pano podem ser usadas várias vezes e, mesmo demandando gasto com água para a lavagem, seu impacto é menor. A sustentabilidade, na maioria dos casos, vai na direção da reutilização – e as fraldas de algodão podem ser reusadas até 100 vezes.
Mas, vamos admitir, as mães modernas têm preferência pelas descartáveis. Quando se fala em absorventes femininos, então, são pouquíssimas as mulheres que, em nome da consciência ambiental, preferem os produtos de algodão que podem ser usados de novo depois de limpos.
Já que nesse caso é tão difícil reduzir o consumo e descarte, uma empresa canadense desenvolveu uma solução interessante e inaugurou, no Reino Unido, uma usina de reciclagem de fraldas, absorventes femininos e geriátricos – sujos, é claro (leia Primeira usina de reciclagem de fraldas descartáveis).
A reciclagem tem dois processos:
- o material orgânico – ou seja, o cocô dos bebês – é separado, seco e transformado em gás para a geração de energia e
- as fraldas e absorventes são esterelizados, lavados e passam por um tratamento químico que tira o gel absorvente de resíduos líquidos. Depois de limpo novamente, o plástico é comprimido e triturado em pequenas partes, que podem dar origem a produtos como madeira plástica, telhas e outros materiais absorventes.
A Knowaste, empresa responsável pela solução, calcula que a reciclagem de fraldas e absorventes sujos evitará a emissão de 22 mil toneladas de carbono por ano. É uma boa contribuição… Agora, será que estamos perto de tecnologias que reciclem outros materiais sujos, como guardanapo ou papel higiênico? Aproveite e comente se você gostaria que a iniciativa chegasse por aqui e se ela ajudaria a reduzir o seu lixo que vai para os aterros sanitários.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/fraldas-e-absorventes-descartaveis-sujos-podem-ser-reciclados/
Mas, vamos admitir, as mães modernas têm preferência pelas descartáveis. Quando se fala em absorventes femininos, então, são pouquíssimas as mulheres que, em nome da consciência ambiental, preferem os produtos de algodão que podem ser usados de novo depois de limpos.
Já que nesse caso é tão difícil reduzir o consumo e descarte, uma empresa canadense desenvolveu uma solução interessante e inaugurou, no Reino Unido, uma usina de reciclagem de fraldas, absorventes femininos e geriátricos – sujos, é claro (leia Primeira usina de reciclagem de fraldas descartáveis).
A reciclagem tem dois processos:
- o material orgânico – ou seja, o cocô dos bebês – é separado, seco e transformado em gás para a geração de energia e
- as fraldas e absorventes são esterelizados, lavados e passam por um tratamento químico que tira o gel absorvente de resíduos líquidos. Depois de limpo novamente, o plástico é comprimido e triturado em pequenas partes, que podem dar origem a produtos como madeira plástica, telhas e outros materiais absorventes.
A Knowaste, empresa responsável pela solução, calcula que a reciclagem de fraldas e absorventes sujos evitará a emissão de 22 mil toneladas de carbono por ano. É uma boa contribuição… Agora, será que estamos perto de tecnologias que reciclem outros materiais sujos, como guardanapo ou papel higiênico? Aproveite e comente se você gostaria que a iniciativa chegasse por aqui e se ela ajudaria a reduzir o seu lixo que vai para os aterros sanitários.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/fraldas-e-absorventes-descartaveis-sujos-podem-ser-reciclados/
Site reúne informações para ajudar consumidor a escolher produtos e serviços
O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVCes) criou o Catálogo Sustentável, site que concentra informações sobre produtos e serviços das mais diversas naturezas (vestuário, transporte, limpeza, informática, eventos…) para ajudar o consumidor a escolher produtos e serviços que têm impacto ambiental menor em relação aos similares.
As avaliações são feitas por uma equipe de especialistas do Centro de Estudos, a partir de critérios como uso de agrotóxicos e adubos químicos, produtos com certificação energética, uso de matéria-prima e combustível renovável, baixa emissão de gases tóxicos, uso de materiais biodegradáveis, possibilidade de uso de material reciclado e refil, coleta e destinação ambientalmente adequada, certificação florestal e vários outros.
É possível achar produtos que vão de papel toalha a maquiagem e calçados, passando por azeite e grãos. Na descrição, são apresentadas informações técnicas, características sustentáveis e avaliação de impactos ambientais da categoria em que se insere (matéria-prima, processo produtivo, utilização e descarte final).
Antes de fazer suas próximas compras – seja no supermercado, no shopping ou na loja de construção – vale a pena dar uma olhada. O catálogo ainda não oferece opções avaliadas em todas as categorias e materiais, mas traz outros detalhes interessantes como um link de publicações sobre sustentabilidade.
Comentário: Não gostei do site. A ideia pode até não ser tão ruim, mas também é nada prática. Imagino que sejam muito poucas as pessoas que usam esse site - talvez sejam só os criadores do mesmo que usem :) Fiz uma pesquisa no site - perfume - RS, Porto Alegre. Não coloquei palavra-chave, e mesmo assim não houve resultados para a busca, ou seja, o site é muito limitado. Para essa ideia dar certo ele deveria ter muito mais informações. Enfim, não gostei mesmo. Então procurei uma coisa mais simples: ovos, no Rio Grande do Sul. Apareceram 3 itens, sem imagem, apenas com uma descrição desnecessária. Cliquei no link, e não encontrei muita coisa além disso. Ou seja, é muito mais fácil ir até uma loja e ver se um produto é sustentável ou não ali mesmo, porque o site mostra a mesma coisa que podemos ver ao vivo, que é muito mais válido.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/site-reune-informacoes-para-ajudar-consumidor-a-escolher-produtos-e-servicos/
As avaliações são feitas por uma equipe de especialistas do Centro de Estudos, a partir de critérios como uso de agrotóxicos e adubos químicos, produtos com certificação energética, uso de matéria-prima e combustível renovável, baixa emissão de gases tóxicos, uso de materiais biodegradáveis, possibilidade de uso de material reciclado e refil, coleta e destinação ambientalmente adequada, certificação florestal e vários outros.
É possível achar produtos que vão de papel toalha a maquiagem e calçados, passando por azeite e grãos. Na descrição, são apresentadas informações técnicas, características sustentáveis e avaliação de impactos ambientais da categoria em que se insere (matéria-prima, processo produtivo, utilização e descarte final).Antes de fazer suas próximas compras – seja no supermercado, no shopping ou na loja de construção – vale a pena dar uma olhada. O catálogo ainda não oferece opções avaliadas em todas as categorias e materiais, mas traz outros detalhes interessantes como um link de publicações sobre sustentabilidade.
Comentário: Não gostei do site. A ideia pode até não ser tão ruim, mas também é nada prática. Imagino que sejam muito poucas as pessoas que usam esse site - talvez sejam só os criadores do mesmo que usem :) Fiz uma pesquisa no site - perfume - RS, Porto Alegre. Não coloquei palavra-chave, e mesmo assim não houve resultados para a busca, ou seja, o site é muito limitado. Para essa ideia dar certo ele deveria ter muito mais informações. Enfim, não gostei mesmo. Então procurei uma coisa mais simples: ovos, no Rio Grande do Sul. Apareceram 3 itens, sem imagem, apenas com uma descrição desnecessária. Cliquei no link, e não encontrei muita coisa além disso. Ou seja, é muito mais fácil ir até uma loja e ver se um produto é sustentável ou não ali mesmo, porque o site mostra a mesma coisa que podemos ver ao vivo, que é muito mais válido.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/site-reune-informacoes-para-ajudar-consumidor-a-escolher-produtos-e-servicos/
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Tubos de concreto são quartos de hotel no México
E parece que a ideia de reaproveitar grandes tubos de concreto para construir hotéis está dando certo. Foi inaugurado, na aldeia mexicana Tepoztlan, o TuboHotel*. Ele é formado por vinte quartos – cada um em um tubo – que medem 2,5 metros de largura e 3,5 m de comprimento.
Apesar da essência rústica, os quartos parecem oferecer conforto, já que são equipados com uma cama queen size coberta com lençóis de algodão egípcio, mesa de luz, ventilador e uma gaveta embaixo da cama para que os hóspedes guardem suas coisas. Na ponta de cada tubo foram instaladas portas de vidros, com uma cortina para dar privacidade. Os donos do hotel garantem que as estruturas são térmicas e mantém temperatura agradável – ou “Tubo-licious”, como preferem definir - durante todo o dia.
O projeto é do escritório de design T3arc*, que levou apenas três meses para construí-lo – a um custo menor do que os hotéis convencionais, vale lembrar. Alguns tubos foram empilhados de forma a aproveitar o espaço do terreno cercado por árvores nativas e com vista panorâmica para a Serra de Tepozteco. E, como você pode ver na foto, as estruturas não sacrificam a paisagem natural.
Diferente do hotel austríaco – que é a inspiração para o TuboHotel -, o mexicano oferece banheiros e chuveiros privativos em duas casas separadas dos quartos. E a diária é a mesma todos os dias do ano: 500 pesos, que equivalem a cerca de R$ 65. Gostou? Então prepare-se para conhecer um dos destinos mais místicos do México, onde, diz a lenda, nasceu o deus Quetzalcoatl, adorado pelos astecas, toltecas e maias…
Comentário: Os tubos de concreto que não são usados se tornam inúteis e viram emntulho. Mas não com essa ideia que foi criada na Áustria e viajou ao México, de reutilizar esse material e ainda por cima gerar renda. O local onde o hotel foi construído parece ser bem agradável, e é bom que a bonita paisagem ao redor não foi destruída. Apesar de os quartos serem tubos, eles devem ser bem confortáveis e aconchegantes a julgar pelo que foi dito na metéria e pla foto apresentada. Outra parte relevante é o valor da hospedagem: R$65,00 é um valor bem barato para hotéis. Apesar de não apresentar tanta comodidade quanto os hotéis "normais", o TuboHotel é ótimo para quem gosta de experiências diferentes, inusitadas e com bastante contato com a natureza.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/hospede-se-em-um-tubo-de-concreto/
Apesar da essência rústica, os quartos parecem oferecer conforto, já que são equipados com uma cama queen size coberta com lençóis de algodão egípcio, mesa de luz, ventilador e uma gaveta embaixo da cama para que os hóspedes guardem suas coisas. Na ponta de cada tubo foram instaladas portas de vidros, com uma cortina para dar privacidade. Os donos do hotel garantem que as estruturas são térmicas e mantém temperatura agradável – ou “Tubo-licious”, como preferem definir - durante todo o dia.
O projeto é do escritório de design T3arc*, que levou apenas três meses para construí-lo – a um custo menor do que os hotéis convencionais, vale lembrar. Alguns tubos foram empilhados de forma a aproveitar o espaço do terreno cercado por árvores nativas e com vista panorâmica para a Serra de Tepozteco. E, como você pode ver na foto, as estruturas não sacrificam a paisagem natural.
Diferente do hotel austríaco – que é a inspiração para o TuboHotel -, o mexicano oferece banheiros e chuveiros privativos em duas casas separadas dos quartos. E a diária é a mesma todos os dias do ano: 500 pesos, que equivalem a cerca de R$ 65. Gostou? Então prepare-se para conhecer um dos destinos mais místicos do México, onde, diz a lenda, nasceu o deus Quetzalcoatl, adorado pelos astecas, toltecas e maias…
Comentário: Os tubos de concreto que não são usados se tornam inúteis e viram emntulho. Mas não com essa ideia que foi criada na Áustria e viajou ao México, de reutilizar esse material e ainda por cima gerar renda. O local onde o hotel foi construído parece ser bem agradável, e é bom que a bonita paisagem ao redor não foi destruída. Apesar de os quartos serem tubos, eles devem ser bem confortáveis e aconchegantes a julgar pelo que foi dito na metéria e pla foto apresentada. Outra parte relevante é o valor da hospedagem: R$65,00 é um valor bem barato para hotéis. Apesar de não apresentar tanta comodidade quanto os hotéis "normais", o TuboHotel é ótimo para quem gosta de experiências diferentes, inusitadas e com bastante contato com a natureza.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/hospede-se-em-um-tubo-de-concreto/
Novas normas para evitar publicidade "verde" enganosa começam a valer hoje
Como saber se um produto realmente é aquilo que mostra a embalagem? O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) estabeleceu uma série de normas éticas, que começam a valer hoje, para quando o apelo publicitário é voltado à sustentabilidade.
O objetivo é evitar o chamado greenwashing – a “maquiagem verde”, ou seja, quando um produto ou serviço se diz sustentável, mas não é. O texto do Conselho diz que “o sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banalizá-lo ou confundir os consumidores.”
Para isso, as campanhas e produtos que façam menção ao tema devem obedecer aos princípios da: veracidade (as informações devem ser verdadeiras e passíveis de comprovação); exatidão (informações precisas, sem dados vagos e genéricos); pertinência (a informação “verde” deve ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados) e relevância (qualquer benefício ambiental anunciado deve ser significativo em termos de impacto sobre o meio ambiente).
O Conar poderá advertir ou suspender campanhas de empresas que não comprovarem os benefícios ambientais daquilo que estão oferecendo. Segundo o Conselho, a ideia não é punir as empresas, mas “elevar o nível da publicidade sobre sustentabilidade.” As normas valem para todos os meios de comunicação.
Comentário: É muito bom que tenham normas quanto às propagandas dos produtos que os anunciantes dizem ser sustentáveis. Muitas vezes os consumidores leigos quando o assunto é ecologia e meio ambiente se deixam enganar por essas propagandas enganosas. Pensando que estão fazendo um bem à natureza, as pessoas que compram e muitas vezes pagam mais caro por esses produtos acabam contruibuindo mais é com o bolso dos fabricantes, isso sim. Além de não permitir que os consumidores sejam constantemente enganados, essas novas normas ajudam as empresas que pensam em sustentabilidade para o que elas vendem - seja na fabricação das embalagens ou dos próprios produtos-, pois assim os compradores terão certeza da veracidade da publicidade "verde" do que compram.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/novas-normas-para-evitar-publicidade-%e2%80%9cverde%e2%80%9d-enganosa-comecam-a-valer-hoje/
O objetivo é evitar o chamado greenwashing – a “maquiagem verde”, ou seja, quando um produto ou serviço se diz sustentável, mas não é. O texto do Conselho diz que “o sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banalizá-lo ou confundir os consumidores.”
Para isso, as campanhas e produtos que façam menção ao tema devem obedecer aos princípios da: veracidade (as informações devem ser verdadeiras e passíveis de comprovação); exatidão (informações precisas, sem dados vagos e genéricos); pertinência (a informação “verde” deve ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados) e relevância (qualquer benefício ambiental anunciado deve ser significativo em termos de impacto sobre o meio ambiente).
O Conar poderá advertir ou suspender campanhas de empresas que não comprovarem os benefícios ambientais daquilo que estão oferecendo. Segundo o Conselho, a ideia não é punir as empresas, mas “elevar o nível da publicidade sobre sustentabilidade.” As normas valem para todos os meios de comunicação.
Comentário: É muito bom que tenham normas quanto às propagandas dos produtos que os anunciantes dizem ser sustentáveis. Muitas vezes os consumidores leigos quando o assunto é ecologia e meio ambiente se deixam enganar por essas propagandas enganosas. Pensando que estão fazendo um bem à natureza, as pessoas que compram e muitas vezes pagam mais caro por esses produtos acabam contruibuindo mais é com o bolso dos fabricantes, isso sim. Além de não permitir que os consumidores sejam constantemente enganados, essas novas normas ajudam as empresas que pensam em sustentabilidade para o que elas vendem - seja na fabricação das embalagens ou dos próprios produtos-, pois assim os compradores terão certeza da veracidade da publicidade "verde" do que compram.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/novas-normas-para-evitar-publicidade-%e2%80%9cverde%e2%80%9d-enganosa-comecam-a-valer-hoje/
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Catalytic Clothing: um vestido que purifica o ar
25 de julho de 2011
Moda sustentável não é feita, apenas, de materiais reutilizados ou pouca quantidade de matéria-prima. Um projeto das Universidades de Sheffield, Arts of London e do London College of Fashion chamado Catalytic Clothing* mostra que também é possível – e altamente benéfico para o meio ambiente e a saúde humana – criar materiais inteligentes e sustentáveis. Foi o que fizeram a designer Helen Storey e o químico Tony Ryan, os dois professores universitários. Eles desenvolveram um tecido que purifica o ar que respiramos.
A reação química que permite tal proeza vem dos fotocatalisadores, pequenas partículas que são incorporadas no tecido – como um aditivo – durante a sua fabricação. Nas lavagens, eles penetram na superfície da roupa. Quando a luz atinge os fotocatalisadores, seus elétrons reagem com as moléculas de oxigênio da atmosfera, dando origem a radicais livres. Esses radicais, por sua vez, quebram os poluentes do ar em substâncias químicas que não são nocivas à saúde. Quando, então, uma pessoa usar este vestido da foto, batizado de Herself, deixará um rastro de ar puro por onde passar. É pura química!
Os fotocatalisadores já são usados em outros materiais, como vidro, cimento e tinta, mas é a primeira vez que é aplicado em uma peça de roupa. No caso deste vestido, o professor Ryan chegou a declarar que seriam necessárias 10 milhões de pessoas para reduzir cerca de 10 toneladas de poluição em uma cidade grande como Londres. A peça ainda não é fabricada em larga escala. Mas caso chegue ao mercado, você acha que usaria para resolver o problema de poluição da sua cidade?
Comentário: o "vestido que purifica o ar" é uma criação muito interessante, mas sendo só um vestido não faz diferença alguma. Para que a ideia inicial dos cientistas dê certo e que dê para purificar significativamente o ar, devem ser criadas várias outras peças de roupa, em grande escala. Melhor ainda se virasse uma empresa de roupas multinacional. Espero que isso possa acontecer, que seja fácil e simples produzir esse tecido e que abram lojas aqui no Brasil. Vai demorar, é claro, mas não custa torcer, afinal o vestido da foto (Herself) é muito bonito mesmo. :) Ah, e para fazer mais efeito ainda, é recomendável que os produtos não sejam muito caros. Quanto mais gente usar as roupas, melhor para o mundo e melhor para nós.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/catalytic-clotihing-um-vestido-que-purifica-o-ar/
Moda sustentável não é feita, apenas, de materiais reutilizados ou pouca quantidade de matéria-prima. Um projeto das Universidades de Sheffield, Arts of London e do London College of Fashion chamado Catalytic Clothing* mostra que também é possível – e altamente benéfico para o meio ambiente e a saúde humana – criar materiais inteligentes e sustentáveis. Foi o que fizeram a designer Helen Storey e o químico Tony Ryan, os dois professores universitários. Eles desenvolveram um tecido que purifica o ar que respiramos.A reação química que permite tal proeza vem dos fotocatalisadores, pequenas partículas que são incorporadas no tecido – como um aditivo – durante a sua fabricação. Nas lavagens, eles penetram na superfície da roupa. Quando a luz atinge os fotocatalisadores, seus elétrons reagem com as moléculas de oxigênio da atmosfera, dando origem a radicais livres. Esses radicais, por sua vez, quebram os poluentes do ar em substâncias químicas que não são nocivas à saúde. Quando, então, uma pessoa usar este vestido da foto, batizado de Herself, deixará um rastro de ar puro por onde passar. É pura química!
Os fotocatalisadores já são usados em outros materiais, como vidro, cimento e tinta, mas é a primeira vez que é aplicado em uma peça de roupa. No caso deste vestido, o professor Ryan chegou a declarar que seriam necessárias 10 milhões de pessoas para reduzir cerca de 10 toneladas de poluição em uma cidade grande como Londres. A peça ainda não é fabricada em larga escala. Mas caso chegue ao mercado, você acha que usaria para resolver o problema de poluição da sua cidade?
Comentário: o "vestido que purifica o ar" é uma criação muito interessante, mas sendo só um vestido não faz diferença alguma. Para que a ideia inicial dos cientistas dê certo e que dê para purificar significativamente o ar, devem ser criadas várias outras peças de roupa, em grande escala. Melhor ainda se virasse uma empresa de roupas multinacional. Espero que isso possa acontecer, que seja fácil e simples produzir esse tecido e que abram lojas aqui no Brasil. Vai demorar, é claro, mas não custa torcer, afinal o vestido da foto (Herself) é muito bonito mesmo. :) Ah, e para fazer mais efeito ainda, é recomendável que os produtos não sejam muito caros. Quanto mais gente usar as roupas, melhor para o mundo e melhor para nós.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/catalytic-clotihing-um-vestido-que-purifica-o-ar/
Bicicloteca: bike itinerante doa livros a moradores de rua
22 de julho de 2011
Está na Constituição brasileira: todo o cidadão tem direito à cultura e educação e, para ajudar a cumprir essa Lei, o IMV – Instituto Mobilidade Verde criou a Bicicloteca, uma bike itinerante desenvolvida para percorrer as ruas das cidades brasileiras doando livros aos moradores de rua.
Com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a Bicicloteca é capaz de levar a leitura a centenas de desabrigados, que para ganhar uma obra só precisam fazer uma promessa: doar o livro para outro morador de rua, quando terminarem a leitura – já que seria inviável pedir para que obras fossem devolvidas à biblioteca, como de costume.
O projeto ainda está no começo e a primeira Bicicloteca do IMV será doada, na próxima segunda-feira, 25 de julho – não por acaso, o Dia do Escritor – para o MEPSRSP – Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo, que oferece assessoria jurídica aos desabrigados, além de encaminhá-los para projetos sociais e empresas dispostas a oferecer emprego.
Até o final do ano, o Instituto ainda pretende entregar outras nove Biciclotecas, em diferentes cidades brasileiras, para ONGs comprometidas com projetos que visam levar cultura à comunidade, que receberão todo o auxílio do IMV para implantar a iniciativa. (As organizações dispostas a receber uma bike itinerante podem enviar ao IMV, no e-mail contato@mobilidadeverde.org, um pedido formal, que será avaliado pelo Instituto)
Quem tiver livros em casa também pode participar do projeto, doando as obras – pessoalmente ou pelo correio – para a Biblioteca Municipal Mário de Andrade (Rua da Consolação, nº 94, República – São Paulo/SP), que encaminhará os livros para as Biciclotecas do IMV.
E aí, gostou da iniciativa?
Comentário: a Bicicloteca é uma boa ideia, afinal ler é uma ótima diversão, e os moradores de rua, tão esquecidos e ignorados pela sociedade, devem ter oportunidade de conhecer bons livros. Afinal, uma parte dos moradores de rua não nasceu de outros mendigos e pode receber educação quando criança. Entretanto, a maioria dos moradores de rua não é alfabetizada ou não se interessa por leitura, o que resultaria em livros inutilizados e , por consequência, em desperdício de papel, além de obras que seriam, por exemplo, queimadas quando fizesse frio.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/bicicloteca-bike-itinerante-leva-livros-a-moradores-de-rua/
Está na Constituição brasileira: todo o cidadão tem direito à cultura e educação e, para ajudar a cumprir essa Lei, o IMV – Instituto Mobilidade Verde criou a Bicicloteca, uma bike itinerante desenvolvida para percorrer as ruas das cidades brasileiras doando livros aos moradores de rua.
Com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a Bicicloteca é capaz de levar a leitura a centenas de desabrigados, que para ganhar uma obra só precisam fazer uma promessa: doar o livro para outro morador de rua, quando terminarem a leitura – já que seria inviável pedir para que obras fossem devolvidas à biblioteca, como de costume.
O projeto ainda está no começo e a primeira Bicicloteca do IMV será doada, na próxima segunda-feira, 25 de julho – não por acaso, o Dia do Escritor – para o MEPSRSP – Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo, que oferece assessoria jurídica aos desabrigados, além de encaminhá-los para projetos sociais e empresas dispostas a oferecer emprego.
Até o final do ano, o Instituto ainda pretende entregar outras nove Biciclotecas, em diferentes cidades brasileiras, para ONGs comprometidas com projetos que visam levar cultura à comunidade, que receberão todo o auxílio do IMV para implantar a iniciativa. (As organizações dispostas a receber uma bike itinerante podem enviar ao IMV, no e-mail contato@mobilidadeverde.org, um pedido formal, que será avaliado pelo Instituto)
Quem tiver livros em casa também pode participar do projeto, doando as obras – pessoalmente ou pelo correio – para a Biblioteca Municipal Mário de Andrade (Rua da Consolação, nº 94, República – São Paulo/SP), que encaminhará os livros para as Biciclotecas do IMV.
E aí, gostou da iniciativa?
Comentário: a Bicicloteca é uma boa ideia, afinal ler é uma ótima diversão, e os moradores de rua, tão esquecidos e ignorados pela sociedade, devem ter oportunidade de conhecer bons livros. Afinal, uma parte dos moradores de rua não nasceu de outros mendigos e pode receber educação quando criança. Entretanto, a maioria dos moradores de rua não é alfabetizada ou não se interessa por leitura, o que resultaria em livros inutilizados e , por consequência, em desperdício de papel, além de obras que seriam, por exemplo, queimadas quando fizesse frio.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/bicicloteca-bike-itinerante-leva-livros-a-moradores-de-rua/
Brinquedos eróticos podem causar infertilidade
13 de julho de 2011
Eles são ótimos “instrumentos de prazer”, mas segundo estudo divulgado pela Universidade de Rochester, em Nova York, os brinquedos eróticos podem estar prejudicando a saúde de seus usuários. O motivo? A pesquisa, desenvolvida pela médica Shanna Swan, revelou que uma das substâncias usadas para produzir estes artigos – o ftalato – pode comprometer nosso sistema endócrino.
O material é o “queridinho” da indústria do prazer porque garante mais flexibilidade e elasticidade aos brinquedinhos plásticos, mas esse maior conforto pode ter um preço caro. Entre os problemas de saúde que o uso de um simples vibrador, por exemplo, poderia causar, estão infertilidade, diabetes, puberdade precoce e obesidade. Nas grávidas, o estrago seria ainda maior: segundo o estudo, as mamães que utilizam brinquedos eróticos correm o risco de contaminar, pela corrente sanguínea, seus bebês, que podem nascer com deformidades no sistema reprodutor.
A pesquisa da Dra. Swan não é a primeira a alertar sobre os possíveis danos do ftalato – que, inclusive, é utilizado por algumas empresas na fabricação de outros artigos de plástico, como escovas de dente, brinquedos infantis e borrachas de lápis. No entanto, nenhum dos estudos foi capaz de comprovar cientificamente os prejuízos do contato direto com o ftalato, o que inviabiliza leis que proíbam a utilização da substância. Na dúvida, alguns países restringem seu uso: no Brasil, por exemplo, a Anvisa só permite a presença do ftalato em até 3% da composição total do plástico – o que, na opinião de muitos especialistas, não é suficiente para assegurar a saúde dos consumidores.
Qual seria, então, a alternativa para se proteger? Claro que medidas extremistas, como deixar de usar brinquedos eróticos, não são necessárias! (Aliás, você sabe como descartar esses artigos? Descubra em O que fazer com brinquedos eróticos velhos?) A dica é que o consumidor fique de olho na composição do produto, para optar pelos que não possuem ftalato, ou então utilize os artigos eróticos com camisinha – que não é feita com a substância.
De quebra, ainda damos uma forcinha ao meio ambiente, já que pesquisas do EEB –Escritório Europeu de Meio Ambiente mostram que o ftalato também contamina a água e os solos e, assim como acontece com os seres humanos, prejudica a saúde das plantas e animais que entram em contato com ele.
Vale ficar de olho e divulgar a informação! Afinal, prazer não combina com nenhum tipo de preocupação – seja com a saúde ou com o meio ambiente.
Comentário: depois de tantas informações úteis, práticas e criativas aqui no blog, tinha que haver uma que é o contrário de tudo isso. Os estudos da Dra. Swan foram em vão, do meu ponto de vista. Depois de tanto tempo com tantas pessoas se divertindo com brinquedos eróticos, vem a doutora e fala que eles são perigosos. Nunca li uma notícia falando que alguém tinha morrido por usar vibrador ou algo do tipo. Com certeza quem gosta não vai parar de usar só porque existe uma chance do ftalato contido nos objetos causar obesidade, diabetes, etc... Aliás, fiquei me perguntando como um brinquedo erótico pode causar obesidade. (?) Achei estranho. O máximo que pode acontecer é que mulheres grávidas que tiverem lido essa reportagem parem de usar os objetos no período de gestação.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/brinquedos-eroticos-podem-causar-infertilidade/
Eles são ótimos “instrumentos de prazer”, mas segundo estudo divulgado pela Universidade de Rochester, em Nova York, os brinquedos eróticos podem estar prejudicando a saúde de seus usuários. O motivo? A pesquisa, desenvolvida pela médica Shanna Swan, revelou que uma das substâncias usadas para produzir estes artigos – o ftalato – pode comprometer nosso sistema endócrino.
O material é o “queridinho” da indústria do prazer porque garante mais flexibilidade e elasticidade aos brinquedinhos plásticos, mas esse maior conforto pode ter um preço caro. Entre os problemas de saúde que o uso de um simples vibrador, por exemplo, poderia causar, estão infertilidade, diabetes, puberdade precoce e obesidade. Nas grávidas, o estrago seria ainda maior: segundo o estudo, as mamães que utilizam brinquedos eróticos correm o risco de contaminar, pela corrente sanguínea, seus bebês, que podem nascer com deformidades no sistema reprodutor.
A pesquisa da Dra. Swan não é a primeira a alertar sobre os possíveis danos do ftalato – que, inclusive, é utilizado por algumas empresas na fabricação de outros artigos de plástico, como escovas de dente, brinquedos infantis e borrachas de lápis. No entanto, nenhum dos estudos foi capaz de comprovar cientificamente os prejuízos do contato direto com o ftalato, o que inviabiliza leis que proíbam a utilização da substância. Na dúvida, alguns países restringem seu uso: no Brasil, por exemplo, a Anvisa só permite a presença do ftalato em até 3% da composição total do plástico – o que, na opinião de muitos especialistas, não é suficiente para assegurar a saúde dos consumidores.
Qual seria, então, a alternativa para se proteger? Claro que medidas extremistas, como deixar de usar brinquedos eróticos, não são necessárias! (Aliás, você sabe como descartar esses artigos? Descubra em O que fazer com brinquedos eróticos velhos?) A dica é que o consumidor fique de olho na composição do produto, para optar pelos que não possuem ftalato, ou então utilize os artigos eróticos com camisinha – que não é feita com a substância.
De quebra, ainda damos uma forcinha ao meio ambiente, já que pesquisas do EEB –Escritório Europeu de Meio Ambiente mostram que o ftalato também contamina a água e os solos e, assim como acontece com os seres humanos, prejudica a saúde das plantas e animais que entram em contato com ele.
Vale ficar de olho e divulgar a informação! Afinal, prazer não combina com nenhum tipo de preocupação – seja com a saúde ou com o meio ambiente.
Comentário: depois de tantas informações úteis, práticas e criativas aqui no blog, tinha que haver uma que é o contrário de tudo isso. Os estudos da Dra. Swan foram em vão, do meu ponto de vista. Depois de tanto tempo com tantas pessoas se divertindo com brinquedos eróticos, vem a doutora e fala que eles são perigosos. Nunca li uma notícia falando que alguém tinha morrido por usar vibrador ou algo do tipo. Com certeza quem gosta não vai parar de usar só porque existe uma chance do ftalato contido nos objetos causar obesidade, diabetes, etc... Aliás, fiquei me perguntando como um brinquedo erótico pode causar obesidade. (?) Achei estranho. O máximo que pode acontecer é que mulheres grávidas que tiverem lido essa reportagem parem de usar os objetos no período de gestação.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/brinquedos-eroticos-podem-causar-infertilidade/
Taiwaneses têm desconto em lanchonetes quando levam o copo de casa
4 de julho de 2011
O governo de Taiwan regulamentou, há um mês, uma norma que incentiva lanchonetes de fast-food e lojas de conveniência do país a reduzirem o uso de copos descartáveis. Ela estabelece que o cliente que levar seu próprio copo de casa terá direito a um desconto ou refil de bebida.
Mas não pode ser qualquer copo, é claro. Só ganham o privilégio aqueles que forem reutilizáveis e recicláveis, que não contenham plástico PVC, metais pesados ou substâncias consideradas prejudiciais à saúde, como o bisfenol A. Vale lembrar que em alguns países, como Canadá e Dinamarca, o uso do bisfenol A na produção de plástico é proibido. Para orientar a população, o governo disponibilizou a classificação de plásticos e seus atributos de uso e resistência no site de seu Departamento de Saúde.
De acordo com Lai Ying-ing, vice-diretor do departamento de resíduos da Agência de Proteção Ambiental de Taiwan, o país consome cerca de 1,5 bilhão de copos descartáveis ao ano. Com a nova norma, a expectativa é a de que o número diminua 30% – ou seja, uma economia de 450 milhões de copos por ano. Até agora, 4,4% dos taiwaneses aderiram à nova prática.
Segundo a Agência, 271 empresas aderiram à nova regulamentação, totalizando cerca de 16 mil lojas. Mais de 90% delas dão desconto, que é de cerca de R$ 0,53 a cada compra de bebida. Algumas oferecem um cartão de pontos, que dá direito a uma bebida gratuita quando ele estiver preenchido com dez pontos. E aqueles que não beneficiarem os clientes que chegam com o próprio copo podem ser multados pelo governo! A multa varia entre R$ 3.200 e R$ 16.400.
Gostou da iniciativa? Estaria disposto a levar seu copo a lanchonetes para evitar o consumo de descartáveis? Diga se achou uma boa ideia ou mais uma bobagem da atualidade…
Comentário: ultimamente tenho visto tantas ideias simples e úteis que até me assusto quando eu vejo que o governo dos países não imita a ideia dos outros. Afinal, diretamente de Taiwan, essa é mais uma iniciativa que poderia dar muito certo se fosse trazida para o Brasil. No nosso país em desenvolvimento, ninguém dispensa um descontinho, nem que seja mínimo. Eu com certeza seria uma adepta dessa febre promocional para ter mais moedas a guardar no porquinho e para exibir um copo bem charmoso por aí. No fim ninguém iria ligar para o objetivo real de tudo isso, mas mesmo sem ter consciência disso, todos estariam contribuindo para produzir menos lixo.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/taiwaneses-tem-desconto-em-lanchonetes-quando-levam-o-copo-de-casa/
O governo de Taiwan regulamentou, há um mês, uma norma que incentiva lanchonetes de fast-food e lojas de conveniência do país a reduzirem o uso de copos descartáveis. Ela estabelece que o cliente que levar seu próprio copo de casa terá direito a um desconto ou refil de bebida.
Mas não pode ser qualquer copo, é claro. Só ganham o privilégio aqueles que forem reutilizáveis e recicláveis, que não contenham plástico PVC, metais pesados ou substâncias consideradas prejudiciais à saúde, como o bisfenol A. Vale lembrar que em alguns países, como Canadá e Dinamarca, o uso do bisfenol A na produção de plástico é proibido. Para orientar a população, o governo disponibilizou a classificação de plásticos e seus atributos de uso e resistência no site de seu Departamento de Saúde.
De acordo com Lai Ying-ing, vice-diretor do departamento de resíduos da Agência de Proteção Ambiental de Taiwan, o país consome cerca de 1,5 bilhão de copos descartáveis ao ano. Com a nova norma, a expectativa é a de que o número diminua 30% – ou seja, uma economia de 450 milhões de copos por ano. Até agora, 4,4% dos taiwaneses aderiram à nova prática.
Segundo a Agência, 271 empresas aderiram à nova regulamentação, totalizando cerca de 16 mil lojas. Mais de 90% delas dão desconto, que é de cerca de R$ 0,53 a cada compra de bebida. Algumas oferecem um cartão de pontos, que dá direito a uma bebida gratuita quando ele estiver preenchido com dez pontos. E aqueles que não beneficiarem os clientes que chegam com o próprio copo podem ser multados pelo governo! A multa varia entre R$ 3.200 e R$ 16.400.
Gostou da iniciativa? Estaria disposto a levar seu copo a lanchonetes para evitar o consumo de descartáveis? Diga se achou uma boa ideia ou mais uma bobagem da atualidade…
Comentário: ultimamente tenho visto tantas ideias simples e úteis que até me assusto quando eu vejo que o governo dos países não imita a ideia dos outros. Afinal, diretamente de Taiwan, essa é mais uma iniciativa que poderia dar muito certo se fosse trazida para o Brasil. No nosso país em desenvolvimento, ninguém dispensa um descontinho, nem que seja mínimo. Eu com certeza seria uma adepta dessa febre promocional para ter mais moedas a guardar no porquinho e para exibir um copo bem charmoso por aí. No fim ninguém iria ligar para o objetivo real de tudo isso, mas mesmo sem ter consciência disso, todos estariam contribuindo para produzir menos lixo.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/taiwaneses-tem-desconto-em-lanchonetes-quando-levam-o-copo-de-casa/
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Nada de orações: em GO, penitência para pecados é o plantio de árvores
27 de junho de 2011
Esqueça os Pais-Nossos e Ave-Marias! Na paróquia católica Sagrado Coração de Jesus, no município goiano de Pires do Rio, os fiéis recebem outro tipo de penitência para a absolvição dos pecados confessados: o plantio de árvores.
Para cada “falta” admitida no confessionário, o fiel recebe a incumbência de plantar uma semente de qualquer árvore nativa da região. A penitência é a mesma para todos os pecados e, em outubro, a Paróquia realizará uma procissão para que todas as mudas cultivadas pelos fiéis sejam plantadas em uma área devastada da cidade.
A ideia foi do Frei Sebastião, que procurava uma maneira de envolver os frequentadores da Paróquia na Campanha da Fraternidade – iniciativa da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, que anualmente elege um tema, relacionado a um problema nacional, para despertar a mobilização dos fiéis. Em 2011, o assunto escolhido foi Fraternidade e a Vida no Planeta, que busca chamar a atenção dos frequentadores da Igreja para os problemas ambientais, com foco nas mudanças climáticas.
Por enquanto, a sugestão do Frei Sebastião tem feito sucesso na cidade: motivados, os fiéis da Paróquia lotaram a última confissão comunitária realizada na Igreja e se comprometeram a plantar as mudas solicitadas para a absolvição dos pecados. Segundo o religioso, a expectativa é de que a iniciativa renda mais de mil novas árvores para o município de Pires do Rio. Você aprova que a ideia seja adotada por outras Igrejas do país?
Comentário: Que bom saber que uma iniciativa como essa foi tomada no Brasil! É realmente uma ideia muito bem bolada, afinal a maior parte da população brasileira corresponde a cristãos, o que significa: mais árvores plantadas! Essa iniciativa tem tudo para dar certo em outras igrejas do país, e espero que todas elas contruibuam com essa ideia, para vivermos num país cada vez mais desenvolvido e sustentável. Felizmente o Frei Sebastião tem bom senso e resolveu trocar as rezas infinitas que, de fato, não contribuem para coisa alguma por uma ato que faz bem para os "pecadores" que, depois de se confessarem, ficam com a consciência limpa por terem feito uma boa ação à natureza e a nós, que somos parte e dependemos dela.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nada-de-oracoes-em-go-penitencia-para-pecados-e-o-plantio-de-arvores
Esqueça os Pais-Nossos e Ave-Marias! Na paróquia católica Sagrado Coração de Jesus, no município goiano de Pires do Rio, os fiéis recebem outro tipo de penitência para a absolvição dos pecados confessados: o plantio de árvores.
Para cada “falta” admitida no confessionário, o fiel recebe a incumbência de plantar uma semente de qualquer árvore nativa da região. A penitência é a mesma para todos os pecados e, em outubro, a Paróquia realizará uma procissão para que todas as mudas cultivadas pelos fiéis sejam plantadas em uma área devastada da cidade.
A ideia foi do Frei Sebastião, que procurava uma maneira de envolver os frequentadores da Paróquia na Campanha da Fraternidade – iniciativa da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, que anualmente elege um tema, relacionado a um problema nacional, para despertar a mobilização dos fiéis. Em 2011, o assunto escolhido foi Fraternidade e a Vida no Planeta, que busca chamar a atenção dos frequentadores da Igreja para os problemas ambientais, com foco nas mudanças climáticas.
Por enquanto, a sugestão do Frei Sebastião tem feito sucesso na cidade: motivados, os fiéis da Paróquia lotaram a última confissão comunitária realizada na Igreja e se comprometeram a plantar as mudas solicitadas para a absolvição dos pecados. Segundo o religioso, a expectativa é de que a iniciativa renda mais de mil novas árvores para o município de Pires do Rio. Você aprova que a ideia seja adotada por outras Igrejas do país?
Comentário: Que bom saber que uma iniciativa como essa foi tomada no Brasil! É realmente uma ideia muito bem bolada, afinal a maior parte da população brasileira corresponde a cristãos, o que significa: mais árvores plantadas! Essa iniciativa tem tudo para dar certo em outras igrejas do país, e espero que todas elas contruibuam com essa ideia, para vivermos num país cada vez mais desenvolvido e sustentável. Felizmente o Frei Sebastião tem bom senso e resolveu trocar as rezas infinitas que, de fato, não contribuem para coisa alguma por uma ato que faz bem para os "pecadores" que, depois de se confessarem, ficam com a consciência limpa por terem feito uma boa ação à natureza e a nós, que somos parte e dependemos dela.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nada-de-oracoes-em-go-penitencia-para-pecados-e-o-plantio-de-arvores
Cidadãos cultivam hortas em parques públicos para alimentar moradores de rua
22 de junho de 2011
Que tal ajudar os moradores de rua da sua cidade oferecendo alimentos que você mesmo cultivou? Essa é a ideia da mais nova iniciativa do movimento Grow Local Colorado, nos EUA: mobilizar os cidadãos para criar pequenas hortas nos parques públicos do município de Colorado e enviar toda a produção para os centros de assistência aos moradores de rua.
O projeto pretende oferecer alimentos orgânicos de qualidade para os sem-tetos e, ainda, aumentar o sentimento de respeito dos moradores pelos espaços públicos da cidade. Isso porque a ideia é que os próprios cidadãos tomem conta das hortas e, consequentemente, dos parques. As plantações ainda são cultivadas em pontos estratégicos, para que cresçam em harmonia com os canteiros de plantas e flores do local e, assim, não comprometam a paisagem.
Por enquanto, a iniciativa – que começou no segundo semestre de 2010 – possui 14 hortas, espalhadas por oito parques do município, que já ajudaram diversos centros de assistência aos moradores de rua da região. O próximo grupo que será beneficiado pela iniciativa já foi escolhido: é o Denver’s Gathering Place, que abriga crianças e mulheres que não têm onde morar e receberá cerca de 680 kg de alimentos.
Os cidadãos do Colorado que estão participando da iniciativa estão para lá de satisfeitos e garantem que, além de ajudar os moradores de rua da cidade e contribuir para a preservação dos parques, a iniciativa faz bem a eles próprios. Isso porque, segundo eles, cultivar hortas é uma atividade muito prazerosa, que ainda está aproximando os moradores da cidade de todas as idades.

Você gostaria que a ideia fosse aplicada, também, nos parques brasileiros?
Comentário: É maravilhosa essa iniciativa dos moradores da cidade de Colorado, nos EEUU, pois ela é benéfica para os dois lados: melhora a saúde e o bem-estar das pessoas que ajudam a plantar as hortas e ainda contribui para a alimentação saudável dos moradores de rua do município. Eu acharia muito bom se essa ideia fosse aplicada nos parques brasileiros, porém mais uma vez, penso que não daria certo. Haveriam pessoas que iriam roubar os alimentos, sem ter chance alguma de dividir com os moradores de rua. Porém não duvido que haveria muitas pessoas para ajudar no projeto, porque no Brasil também não há só "desgraça". Presumo que no Colorado a população seja mais afortunada do que a população brasileira, se a iniciativa está funcionando tão bem quanto parece.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/cidadaos-cultivam-hortas-em-parques-publicos-para-alimentar-moradores-de-rua/
Que tal ajudar os moradores de rua da sua cidade oferecendo alimentos que você mesmo cultivou? Essa é a ideia da mais nova iniciativa do movimento Grow Local Colorado, nos EUA: mobilizar os cidadãos para criar pequenas hortas nos parques públicos do município de Colorado e enviar toda a produção para os centros de assistência aos moradores de rua.
O projeto pretende oferecer alimentos orgânicos de qualidade para os sem-tetos e, ainda, aumentar o sentimento de respeito dos moradores pelos espaços públicos da cidade. Isso porque a ideia é que os próprios cidadãos tomem conta das hortas e, consequentemente, dos parques. As plantações ainda são cultivadas em pontos estratégicos, para que cresçam em harmonia com os canteiros de plantas e flores do local e, assim, não comprometam a paisagem.
Por enquanto, a iniciativa – que começou no segundo semestre de 2010 – possui 14 hortas, espalhadas por oito parques do município, que já ajudaram diversos centros de assistência aos moradores de rua da região. O próximo grupo que será beneficiado pela iniciativa já foi escolhido: é o Denver’s Gathering Place, que abriga crianças e mulheres que não têm onde morar e receberá cerca de 680 kg de alimentos.
Os cidadãos do Colorado que estão participando da iniciativa estão para lá de satisfeitos e garantem que, além de ajudar os moradores de rua da cidade e contribuir para a preservação dos parques, a iniciativa faz bem a eles próprios. Isso porque, segundo eles, cultivar hortas é uma atividade muito prazerosa, que ainda está aproximando os moradores da cidade de todas as idades.

Você gostaria que a ideia fosse aplicada, também, nos parques brasileiros?
Comentário: É maravilhosa essa iniciativa dos moradores da cidade de Colorado, nos EEUU, pois ela é benéfica para os dois lados: melhora a saúde e o bem-estar das pessoas que ajudam a plantar as hortas e ainda contribui para a alimentação saudável dos moradores de rua do município. Eu acharia muito bom se essa ideia fosse aplicada nos parques brasileiros, porém mais uma vez, penso que não daria certo. Haveriam pessoas que iriam roubar os alimentos, sem ter chance alguma de dividir com os moradores de rua. Porém não duvido que haveria muitas pessoas para ajudar no projeto, porque no Brasil também não há só "desgraça". Presumo que no Colorado a população seja mais afortunada do que a população brasileira, se a iniciativa está funcionando tão bem quanto parece.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/cidadaos-cultivam-hortas-em-parques-publicos-para-alimentar-moradores-de-rua/
Biblioteca pública é construída com mil caixas de cerveja
17 de junho de 2011
Na cidade de Magdeburg, na Alemanha, uma iniciativa, que partiu da própria população, está diminuindo a quantidade de lixo no município e, ainda, incentivando o hábito da leitura entre os moradores: é a Open Air Library, uma biblioteca pública construída, basicamente, com mil caixas de cerveja.
As embalagens plásticas, que são habitualmente usadas para vender a bebida em lotes, foram doadas por uma empresa da região e, para erguer a biblioteca, a própria comunidade pôs a mão na massa, com a ajuda do escritório de design Karo, que fez o acabamento da obra reutilizando partes da fachada de um armazém abandonado da cidade.
Depois de pronta, a biblioteca continua dependendo da boa vontade da população: os mais de dois mil livros de seu acervo foram doados pelos moradores e a conservação das obras e do espaço também depende deles. Isso porque não existem seguranças nem bibliotecários no local, que fica aberto 24 horas e funciona na base da confiança mesmo: qualquer um pode entrar no edifício, pegar um livro e levar para casa.
Por enquanto, todas as obras foram devolvidas e a população está cada vez mais orgulhosa da iniciativa, que recebe doações de livro, praticamente, todos os dias. Será que uma biblioteca colaborativa, no estilo da Open Air Library, funcionaria por aqui?
O edifício público – que ainda conta com área externa com muito verde e espaço para apresentações culturais – foi desenvolvido com a intenção de recuperar a autoestima dos moradores da cidade, que ficou praticamente abandonada depois da reunificação da Alemanha. O objetivo parece ter sido alcançado, não?
Comentário: Tudo é interessante nessa notícia. A começar pela iniciativa dos moradores de construir uma biblioteca, que proporciona um compartilhamento de cultura entre toda a população, e ainda foi construída com caixas de cerveja, de forma a reciclá-las e economizar em material para construção. Além disso, é fantástico que a iniciativa esteja dando tão certo, que a biblioteca receba sempre doações, que não precise contratar funcionários para trabalhar lá e que nenhuma obra tenha sido furtada. Com certeza uma biblioteca assim não funcionaria no Brasil.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/biblioteca-publica-e-construida-com-mil-caixas-de-cerveja/
Na cidade de Magdeburg, na Alemanha, uma iniciativa, que partiu da própria população, está diminuindo a quantidade de lixo no município e, ainda, incentivando o hábito da leitura entre os moradores: é a Open Air Library, uma biblioteca pública construída, basicamente, com mil caixas de cerveja.As embalagens plásticas, que são habitualmente usadas para vender a bebida em lotes, foram doadas por uma empresa da região e, para erguer a biblioteca, a própria comunidade pôs a mão na massa, com a ajuda do escritório de design Karo, que fez o acabamento da obra reutilizando partes da fachada de um armazém abandonado da cidade.
Depois de pronta, a biblioteca continua dependendo da boa vontade da população: os mais de dois mil livros de seu acervo foram doados pelos moradores e a conservação das obras e do espaço também depende deles. Isso porque não existem seguranças nem bibliotecários no local, que fica aberto 24 horas e funciona na base da confiança mesmo: qualquer um pode entrar no edifício, pegar um livro e levar para casa.
Por enquanto, todas as obras foram devolvidas e a população está cada vez mais orgulhosa da iniciativa, que recebe doações de livro, praticamente, todos os dias. Será que uma biblioteca colaborativa, no estilo da Open Air Library, funcionaria por aqui?
O edifício público – que ainda conta com área externa com muito verde e espaço para apresentações culturais – foi desenvolvido com a intenção de recuperar a autoestima dos moradores da cidade, que ficou praticamente abandonada depois da reunificação da Alemanha. O objetivo parece ter sido alcançado, não?
Comentário: Tudo é interessante nessa notícia. A começar pela iniciativa dos moradores de construir uma biblioteca, que proporciona um compartilhamento de cultura entre toda a população, e ainda foi construída com caixas de cerveja, de forma a reciclá-las e economizar em material para construção. Além disso, é fantástico que a iniciativa esteja dando tão certo, que a biblioteca receba sempre doações, que não precise contratar funcionários para trabalhar lá e que nenhuma obra tenha sido furtada. Com certeza uma biblioteca assim não funcionaria no Brasil.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/biblioteca-publica-e-construida-com-mil-caixas-de-cerveja/
Ecosia: buscador online ajuda a preservar a Floresta Amazônica
8 de junho de 2011
Que tal contribuir para a conservação das florestas tropicais do mundo com uma simples pesquisa na internet? Essa é a proposta de um site de busca alternativo da Alemanha: o Ecosia*.
Gratuito, o buscador apresenta resultados do Bing e do Yahoo, com uma diferença: as pesquisas valem uma “ajudinha” para o planeta. Isso porque parte da receita publicitária do portal é revertida para projetos de preservação das florestas tropicais. Funciona assim: a cada clique dado em um anúncio que está na página do Ecosia, 80% do valor pago pela empresa ao buscador é destinado às ONGs ambientais.
Atualmente, o Ecosia conta com cerca de 700 mil acessos diários, o que, segundo a equipe do buscador, significa que cada usuário do site contribui, em média, para a preservação de 2 mil m² de floresta, todos os anos. E mais: se, pelo menos, 1% dos internautas utilizassem o portal, daria para proteger, anualmente, uma área de floresta equivalente ao território da Suíça.
Por enquanto, o Ecosia conseguiu arrecadar mais de 250 mil libras (valor equivalente a cerca de R$ 650 mil) e a primeira doação do buscador foi para um projeto brasileiro, de proteção à Floresta Amazônica: o Juruena, da WWF-Brasil.
A iniciativa tem rendido muitos elogios, mas também algumas críticas de pessoas que acreditam que a proposta é meio “furada”, já que o que importa não é fazer buscas no site e, sim, clicar nos anunciantes. E você, aprovou a iniciativa?
Comentário: A iniciativa é muito boa, e é ótimo que o projeto esteja dando certo e que site realmente esteja doando fundos para ajudar as florestas. Entretanto, para dar mais certo ainda, a minha sugestão seria que o Ecosia apresentasse resultados do Google, ao invés de fazer uma parceria com o Bing e com o Yahoo. Afinal o Google é o principal buscador do mundo, então os internautas ficariam mais dispostos a ajudar.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/ecosia-buscador-online-ajuda-a-preservar-a-floresta-amazonica/
Que tal contribuir para a conservação das florestas tropicais do mundo com uma simples pesquisa na internet? Essa é a proposta de um site de busca alternativo da Alemanha: o Ecosia*.
Gratuito, o buscador apresenta resultados do Bing e do Yahoo, com uma diferença: as pesquisas valem uma “ajudinha” para o planeta. Isso porque parte da receita publicitária do portal é revertida para projetos de preservação das florestas tropicais. Funciona assim: a cada clique dado em um anúncio que está na página do Ecosia, 80% do valor pago pela empresa ao buscador é destinado às ONGs ambientais.
Atualmente, o Ecosia conta com cerca de 700 mil acessos diários, o que, segundo a equipe do buscador, significa que cada usuário do site contribui, em média, para a preservação de 2 mil m² de floresta, todos os anos. E mais: se, pelo menos, 1% dos internautas utilizassem o portal, daria para proteger, anualmente, uma área de floresta equivalente ao território da Suíça.
Por enquanto, o Ecosia conseguiu arrecadar mais de 250 mil libras (valor equivalente a cerca de R$ 650 mil) e a primeira doação do buscador foi para um projeto brasileiro, de proteção à Floresta Amazônica: o Juruena, da WWF-Brasil.
A iniciativa tem rendido muitos elogios, mas também algumas críticas de pessoas que acreditam que a proposta é meio “furada”, já que o que importa não é fazer buscas no site e, sim, clicar nos anunciantes. E você, aprovou a iniciativa?
Comentário: A iniciativa é muito boa, e é ótimo que o projeto esteja dando certo e que site realmente esteja doando fundos para ajudar as florestas. Entretanto, para dar mais certo ainda, a minha sugestão seria que o Ecosia apresentasse resultados do Google, ao invés de fazer uma parceria com o Bing e com o Yahoo. Afinal o Google é o principal buscador do mundo, então os internautas ficariam mais dispostos a ajudar.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/ecosia-buscador-online-ajuda-a-preservar-a-floresta-amazonica/
Graveto pode ser escova de dentes sustentável
30 de maio de 2011
Já pensou em escovar os dentes com um pedaço de graveto? Pois esta é a sugestão da libanesa Leen Sadder para diminuir o impacto das nossas atividades de higiene bucal. Após muita pesquisa, a jovem – que é estudante de design – descobriu que há um tipo de graveto capaz de substituir, de forma eficaz, a escova e, também, a pasta de dentes: o Miswak, um ramo da árvore Salvadora Pérsica.
De acordo com as pesquisas de Sadder, é cientificamente comprovado que o Miswak possui, em seu interior, cerdas naturais com propriedades antimicrobianas, que limpam a boca e evitam o mau hálito. Logo, basta cortar o graveto e esfregar suas cerdas nos dentes – ou, para os mais ousados, também é possível mastiga-las.
O uso do graveto não só reduziria a utilização de água para higiene bucal – e, também, com a contaminação do recurso, já que dispensa a utilização de cremes dentais –, como também diminuiria a produção de lixo. Isso porque, após ser utilizado, o Miswak pode ser enterrado no quintal para se decompor na natureza, como qualquer outro galho.
Em suas pesquisas, Sadder ainda descobriu que o Miswak já era utilizado por povos da Antiguidade na hora da higiene bucal. Sendo assim, a estudante de design, apenas, deu um “toque de modernidade” à técnica: ela desenvolveu uma embalagem (reutilizável) para o graveto que, além de facilitar o transporte da “escova de dentes”, vem com uma espécie de cortador de charutos. Assim, após utilizar o graveto, o usuário pode cortá-lo e deixa-lo pronto para a próxima “escovada”.
Por enquanto, o produto desenvolvido por Sadder é, apenas, um protótipo – batizado por ela de THIS –, mas, segundo a pesquisa da estudante, o Miswak já é vendido pela internet em sites especializados. Você toparia trocar sua escova de dentes por um graveto?
Comentário: Desconfio que apesar desse projeto da libanesa Leen Sadder ser bom e sustentável, não vai vingar. As pessoas já estãoi acostumadas a usar escovas de dentes, e para muita gente mudar seria inútil. Além disso, é preciso cortar o gravetinho à medida que se usa o Miswak, e para a maioria das pessoas a acomodação e a preguiça são muito maiores que a vontade de fazer algo que, de alguma forma, ajude o nosso planeta a ficar cada vez mais "saudável". Outro fator que não ajuda para a realização e sucesso desse projeto é que o Miswak é, por enquanto, mais caro do que muitas escovas de dentes e o graveto não iria durar muito tempo também. Ou seja, mais gasto. A única coisa que se pode aproveitar desse projeto e fazer com que as pessoas usem o Miswak é fazer isso:
Colocar extratos do Miswak em cremes dentais famosos.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/graveto-pode-ser-escova-de-dentes-sustentavel/
Já pensou em escovar os dentes com um pedaço de graveto? Pois esta é a sugestão da libanesa Leen Sadder para diminuir o impacto das nossas atividades de higiene bucal. Após muita pesquisa, a jovem – que é estudante de design – descobriu que há um tipo de graveto capaz de substituir, de forma eficaz, a escova e, também, a pasta de dentes: o Miswak, um ramo da árvore Salvadora Pérsica.De acordo com as pesquisas de Sadder, é cientificamente comprovado que o Miswak possui, em seu interior, cerdas naturais com propriedades antimicrobianas, que limpam a boca e evitam o mau hálito. Logo, basta cortar o graveto e esfregar suas cerdas nos dentes – ou, para os mais ousados, também é possível mastiga-las.
O uso do graveto não só reduziria a utilização de água para higiene bucal – e, também, com a contaminação do recurso, já que dispensa a utilização de cremes dentais –, como também diminuiria a produção de lixo. Isso porque, após ser utilizado, o Miswak pode ser enterrado no quintal para se decompor na natureza, como qualquer outro galho.
Em suas pesquisas, Sadder ainda descobriu que o Miswak já era utilizado por povos da Antiguidade na hora da higiene bucal. Sendo assim, a estudante de design, apenas, deu um “toque de modernidade” à técnica: ela desenvolveu uma embalagem (reutilizável) para o graveto que, além de facilitar o transporte da “escova de dentes”, vem com uma espécie de cortador de charutos. Assim, após utilizar o graveto, o usuário pode cortá-lo e deixa-lo pronto para a próxima “escovada”.
Por enquanto, o produto desenvolvido por Sadder é, apenas, um protótipo – batizado por ela de THIS –, mas, segundo a pesquisa da estudante, o Miswak já é vendido pela internet em sites especializados. Você toparia trocar sua escova de dentes por um graveto?
Comentário: Desconfio que apesar desse projeto da libanesa Leen Sadder ser bom e sustentável, não vai vingar. As pessoas já estãoi acostumadas a usar escovas de dentes, e para muita gente mudar seria inútil. Além disso, é preciso cortar o gravetinho à medida que se usa o Miswak, e para a maioria das pessoas a acomodação e a preguiça são muito maiores que a vontade de fazer algo que, de alguma forma, ajude o nosso planeta a ficar cada vez mais "saudável". Outro fator que não ajuda para a realização e sucesso desse projeto é que o Miswak é, por enquanto, mais caro do que muitas escovas de dentes e o graveto não iria durar muito tempo também. Ou seja, mais gasto. A única coisa que se pode aproveitar desse projeto e fazer com que as pessoas usem o Miswak é fazer isso:
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/graveto-pode-ser-escova-de-dentes-sustentavel/
Catracas do metrô podem produzir energia limpa
25 de maio de 2011
Cerca de 2.56 milhões de pessoas passaram, diariamente, pelas catracas do metrô paulistano em 2010, segundo dados da prefeitura da cidade. Já pensou se toda essa movimentação pudesse ser transformada em energia elétrica?
Essa é a ideia de três alunos de Administração da FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, de São Paulo: juntos, Renato Góis Figueiredo, Lucas Rodrigues Lamas e Tatiana da Silva desenvolveram um projeto que prevê a instalação de geradores elétricos nas catracas das estações de metrô e trem, para garantir que a energia cinética – ou seja, de movimento – produzida pelo giro das catracas seja reaproveitada e convertida em eletricidade.
Os estudantes focaram o projeto nas catracas do transporte coletivo, mas a ideia pode ser aplicada em muitos outros lugares: por exemplo, na entrada dos estádios – imagine quanta energia limpa poderia ser produzida em dia de clássico ou de shows internacionais! – ou nas portas giratórias dos bancos, que seguem o mesmo princípio das catracas. Você consegue pensar em algum outro lugar onde a técnica pode ser aplicada?
O projeto dos brasileiros venceu, em 2010, o concurso EDP University Challenge, que premia as melhores iniciativas, pensadas por universitários, para a produção de energia elétrica e, agora, os estudantes estão aprimorando o projeto, com o auxílio de uma bolsa de estudos. Já pensou se a ideia pegar?
Comentário: É impressionante o número de cientistas que vêm criando projetos para produzir energia elétrica limpa e de maneira mais simples e acessível. Se continuar nesse ritmo, vamos depender cada vez menos da energia que vem de grandes usinas, e é provável que no futuro cada casa tenha sua própria produção de energia, de alguma maneira. Produzir energia a partir das catracas de metrô ou das portas giratórias de banco seria um processo muito eficiente, já que por elas muuitas pessoas passam, todos os dias.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/catracas-do-metro-podem-produzir-energia-limpa/
Cerca de 2.56 milhões de pessoas passaram, diariamente, pelas catracas do metrô paulistano em 2010, segundo dados da prefeitura da cidade. Já pensou se toda essa movimentação pudesse ser transformada em energia elétrica?
Essa é a ideia de três alunos de Administração da FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, de São Paulo: juntos, Renato Góis Figueiredo, Lucas Rodrigues Lamas e Tatiana da Silva desenvolveram um projeto que prevê a instalação de geradores elétricos nas catracas das estações de metrô e trem, para garantir que a energia cinética – ou seja, de movimento – produzida pelo giro das catracas seja reaproveitada e convertida em eletricidade.
Os estudantes focaram o projeto nas catracas do transporte coletivo, mas a ideia pode ser aplicada em muitos outros lugares: por exemplo, na entrada dos estádios – imagine quanta energia limpa poderia ser produzida em dia de clássico ou de shows internacionais! – ou nas portas giratórias dos bancos, que seguem o mesmo princípio das catracas. Você consegue pensar em algum outro lugar onde a técnica pode ser aplicada?
O projeto dos brasileiros venceu, em 2010, o concurso EDP University Challenge, que premia as melhores iniciativas, pensadas por universitários, para a produção de energia elétrica e, agora, os estudantes estão aprimorando o projeto, com o auxílio de uma bolsa de estudos. Já pensou se a ideia pegar?
Comentário: É impressionante o número de cientistas que vêm criando projetos para produzir energia elétrica limpa e de maneira mais simples e acessível. Se continuar nesse ritmo, vamos depender cada vez menos da energia que vem de grandes usinas, e é provável que no futuro cada casa tenha sua própria produção de energia, de alguma maneira. Produzir energia a partir das catracas de metrô ou das portas giratórias de banco seria um processo muito eficiente, já que por elas muuitas pessoas passam, todos os dias.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/catracas-do-metro-podem-produzir-energia-limpa/
domingo, 22 de maio de 2011
Copo comestível de alga pode substituir descartáveis
4 de maio de 2010
Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, o escritório de design norte-americano The Way We See The World desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.
Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.
Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.
O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.
Quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas. Boa ideia ou não?
Comentário: A ideia dos copos comestíveis é muito boa. O Jelloware, além de trazer benefícios ao meio ambiente, também é mais econômico que o uso de copos descartáveis ou de vidro. Ele deve ser guardado na geladeira para não amolecer, apesar de sua matéria-prima, o ágar-ágar, manter-se sólida - na verdade com a densidade de um gel firme - em temperatura de até 38°C. Por isso, copos não podem ser usados para servir bebidas quentes. Mesmo que as pessoas não gostem do sabor dos copos, na minha opinião essa ideia devia mesmo ser comercializada, pois pelo que deu para perceber até agora o uso dos Jellowares não traz nenhum malefício. O que importa mais não é o fato dos copos serem comestíveis, mas sim de serem mais econômicos e sustentáveis.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nem-descartavel-e-nem-de-vidro-copo-comestivel-de-alga-pode-ser-solucao-para-meio-ambiente/
Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, o escritório de design norte-americano The Way We See The World desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.
Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.
Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.
O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.
Quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas. Boa ideia ou não?
Comentário: A ideia dos copos comestíveis é muito boa. O Jelloware, além de trazer benefícios ao meio ambiente, também é mais econômico que o uso de copos descartáveis ou de vidro. Ele deve ser guardado na geladeira para não amolecer, apesar de sua matéria-prima, o ágar-ágar, manter-se sólida - na verdade com a densidade de um gel firme - em temperatura de até 38°C. Por isso, copos não podem ser usados para servir bebidas quentes. Mesmo que as pessoas não gostem do sabor dos copos, na minha opinião essa ideia devia mesmo ser comercializada, pois pelo que deu para perceber até agora o uso dos Jellowares não traz nenhum malefício. O que importa mais não é o fato dos copos serem comestíveis, mas sim de serem mais econômicos e sustentáveis.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nem-descartavel-e-nem-de-vidro-copo-comestivel-de-alga-pode-ser-solucao-para-meio-ambiente/
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Camelôs vendem chaveiros com animais vivos na China
17/04/2011 - 18h27
Camelôs vendem chaveiros com animais vivos, como salamandras, tartarugas e peixes, em Pequim, na China.
Os animais são colocados em uma embalagem plástica contendo água colorida. Os vendedores alegam que o líquido em que os animais ficam tem nutrientes e oxigênio.
Cada chaveiro é vendido por 10 yuan (cerca de US$ 1,50).

Comentário: Outra tática que os vendedores usam é dizer que os chaveiros com animais trazem boa sorte. Alguns compradores realmente acreditam que os animais ficam num líquido com nutrientes e oxigênio e que os chaveirinhos servem de amuleto. ONGs chinesas de proteção aos animais estão se mobilizando contra essa crueldade, e algumas pessoas compram os chaveiros apenas para soltar os animais na natureza antes que seja tarde demais. É um absurdo que seja permitido fazer isso com os animaizinhos para ser usado como amuleto ainda por cima. Como pode a morte de um bichinho trazer sorte a alguém? Por incrível que pareça isso não é considerado crime na China, porque a única lei vigente diz respeito apenas aos animais de médio e grande porte.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/bichos/903949-camelos-vendem-chaveiros-com-animais-vivos-na-china.shtml
Camelôs vendem chaveiros com animais vivos, como salamandras, tartarugas e peixes, em Pequim, na China.
Os animais são colocados em uma embalagem plástica contendo água colorida. Os vendedores alegam que o líquido em que os animais ficam tem nutrientes e oxigênio.
Cada chaveiro é vendido por 10 yuan (cerca de US$ 1,50).

Comentário: Outra tática que os vendedores usam é dizer que os chaveiros com animais trazem boa sorte. Alguns compradores realmente acreditam que os animais ficam num líquido com nutrientes e oxigênio e que os chaveirinhos servem de amuleto. ONGs chinesas de proteção aos animais estão se mobilizando contra essa crueldade, e algumas pessoas compram os chaveiros apenas para soltar os animais na natureza antes que seja tarde demais. É um absurdo que seja permitido fazer isso com os animaizinhos para ser usado como amuleto ainda por cima. Como pode a morte de um bichinho trazer sorte a alguém? Por incrível que pareça isso não é considerado crime na China, porque a única lei vigente diz respeito apenas aos animais de médio e grande porte.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/bichos/903949-camelos-vendem-chaveiros-com-animais-vivos-na-china.shtml
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Na China, torneira limita o uso de água para higiene pessoal
08/04/2011
Não se trata de ditadura, mas sim de tecnologia. Um trio de designers chineses – Yonggu Do, Dohyung Kim e Sewon Oh – desenvolveu uma torneira que “bloqueia” a água após o uso do primeiro litro.
Chamada de 1 Limit, a torneira possui uma espécie de tubo de ensaio que armazena, exatamente, um litro de água. Quando acionada, ela esvazia o “reservatório” em cerca de seis segundos e, depois, “seca”. Se quiser mais água, o usuário terá que esperar o tubo de ensaio encher completamente, de novo, e nesse período terá tempo suficiente para pensar se, realmente, necessita de mais água.
A ideia é acabar com o desperdício do recurso, que já está em escassez no mundo e, apesar disso, continua sendo usado sem responsabilidade por todos.
Segundo dados dos próprios fabricantes, as torneiras automáticas habituais “despejam” cerca de seis litros cada vez que são acionadas. Sendo assim, o uso da 1 Limit diminuiria o desperdício de água em quase 85% na hora de lavar as mãos, fazer a barba ou escovar os dentes.
Por enquanto, a torneira é apenas um protótipo sem data para chegar ao mercado, mas já foi submetida ao julgamento dos consumidores: aprovada?
Comentário: Achei muito boa essa ideia da torneira que limita o uso de água. Ao contrário do que parece, a água é um recurso natural esgotável, e estudos indicam que se a média de consumo global não diminuir em curto prazo, teremos problema de escassez. Sendo assim, qualquer maneira de diminuir nosso consumo diário e pessoal de água é válida. Também, quando lavamos as mãos não temos ideia da quantidade de água que gastamos. Deixamos a torneira aberta, enxaguamos bastante as mãos e muitas vezes até mais do que é realmente necessário. Todo esse processo, feito várias vezes ao dia, acaba desperdiçando muita água, e usando essa torneira seria possível diminuir bastante o consumo.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/na-china-torneira-limita-o-uso-de-agua-para-higiene-pessoal/
Não se trata de ditadura, mas sim de tecnologia. Um trio de designers chineses – Yonggu Do, Dohyung Kim e Sewon Oh – desenvolveu uma torneira que “bloqueia” a água após o uso do primeiro litro.
Chamada de 1 Limit, a torneira possui uma espécie de tubo de ensaio que armazena, exatamente, um litro de água. Quando acionada, ela esvazia o “reservatório” em cerca de seis segundos e, depois, “seca”. Se quiser mais água, o usuário terá que esperar o tubo de ensaio encher completamente, de novo, e nesse período terá tempo suficiente para pensar se, realmente, necessita de mais água.
A ideia é acabar com o desperdício do recurso, que já está em escassez no mundo e, apesar disso, continua sendo usado sem responsabilidade por todos.
Segundo dados dos próprios fabricantes, as torneiras automáticas habituais “despejam” cerca de seis litros cada vez que são acionadas. Sendo assim, o uso da 1 Limit diminuiria o desperdício de água em quase 85% na hora de lavar as mãos, fazer a barba ou escovar os dentes.
Por enquanto, a torneira é apenas um protótipo sem data para chegar ao mercado, mas já foi submetida ao julgamento dos consumidores: aprovada?
Comentário: Achei muito boa essa ideia da torneira que limita o uso de água. Ao contrário do que parece, a água é um recurso natural esgotável, e estudos indicam que se a média de consumo global não diminuir em curto prazo, teremos problema de escassez. Sendo assim, qualquer maneira de diminuir nosso consumo diário e pessoal de água é válida. Também, quando lavamos as mãos não temos ideia da quantidade de água que gastamos. Deixamos a torneira aberta, enxaguamos bastante as mãos e muitas vezes até mais do que é realmente necessário. Todo esse processo, feito várias vezes ao dia, acaba desperdiçando muita água, e usando essa torneira seria possível diminuir bastante o consumo.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/na-china-torneira-limita-o-uso-de-agua-para-higiene-pessoal/
quinta-feira, 31 de março de 2011
Ibama multa prefeito de Belém por existência de lixão
29/03/2011 - 19h03
O Ibama do Pará multou a prefeitura e o prefeito de Belém, Duciomar Costa (PTB), pela existência de um lixão a céu aberto sem licença ambiental e sem tratamento dos resíduos sólidos. Costa fica sujeito à multa de R$ 4.000 por dia após ser notificado. Para a prefeitura, o valor é de R$ 40 mil diários, até que apresente um projeto concreto para adequar a área.
Hoje, segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o aterro do Aurá recebe diariamente cerca de 2.000 toneladas de lixo originado em Belém e outras cinco cidades. Localizado próximo ao município de Ananindeua, atrai urubus e catadores de lixo. A ausência de ações de proteção, de acordo com o órgão, permite por exemplo que o chorume produzido atinja um igarapé que deságua no rio Guamá, onde é captada parte da água que abastece a capital paraense.
Ainda conforme o Ibama, a Secretaria de Saneamento já havia sido notificada duas vezes para apresentar melhorias, em 2009 e fevereiro de 2011. Como avaliou que nenhuma medida foi tomada, aplicou as multas. O prefeito também foi responsabilizado porque o Ibama o considera gestor do aterro. Procurada, a Prefeitura de Belém não soube confirmar se recebeu oficialmente o comunicado e disse que só vai se manifestar depois de análise da assessoria jurídica.
Comentário: Os lixões são áreas a céu aberto onde os resíduos são despejados, sem nenhum tipo de cuidado com o solo. Eles nunca atendem a normas de controle e estão proibidos no Brasil. Portanto, a situação de Belém está irregularizada... Para que a prefeitura de Belém do Pará fique dentro das normas ambientais é possível fazer um aterro controlado, que é praticamente um lixão, mas é coberto por terra, e depois tem camadas sucessivas de terra e lixo, mas sem procedimentos de impermeabilização do solo. Entretanto, a melhor coisa a fazer é o aterro sanitário. Esse obedece a uma série de normas e procedimentos a fim de minimizar o impacto sobre o meio ambiente. O aterro sanitário é o ideal, pois com ele não há urubus nem mau cheiro.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/895635-ibama-multa-prefeito-de-belem-por-existencia-de-lixao.shtml
O Ibama do Pará multou a prefeitura e o prefeito de Belém, Duciomar Costa (PTB), pela existência de um lixão a céu aberto sem licença ambiental e sem tratamento dos resíduos sólidos. Costa fica sujeito à multa de R$ 4.000 por dia após ser notificado. Para a prefeitura, o valor é de R$ 40 mil diários, até que apresente um projeto concreto para adequar a área.
Hoje, segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o aterro do Aurá recebe diariamente cerca de 2.000 toneladas de lixo originado em Belém e outras cinco cidades. Localizado próximo ao município de Ananindeua, atrai urubus e catadores de lixo. A ausência de ações de proteção, de acordo com o órgão, permite por exemplo que o chorume produzido atinja um igarapé que deságua no rio Guamá, onde é captada parte da água que abastece a capital paraense.
Ainda conforme o Ibama, a Secretaria de Saneamento já havia sido notificada duas vezes para apresentar melhorias, em 2009 e fevereiro de 2011. Como avaliou que nenhuma medida foi tomada, aplicou as multas. O prefeito também foi responsabilizado porque o Ibama o considera gestor do aterro. Procurada, a Prefeitura de Belém não soube confirmar se recebeu oficialmente o comunicado e disse que só vai se manifestar depois de análise da assessoria jurídica.
Comentário: Os lixões são áreas a céu aberto onde os resíduos são despejados, sem nenhum tipo de cuidado com o solo. Eles nunca atendem a normas de controle e estão proibidos no Brasil. Portanto, a situação de Belém está irregularizada... Para que a prefeitura de Belém do Pará fique dentro das normas ambientais é possível fazer um aterro controlado, que é praticamente um lixão, mas é coberto por terra, e depois tem camadas sucessivas de terra e lixo, mas sem procedimentos de impermeabilização do solo. Entretanto, a melhor coisa a fazer é o aterro sanitário. Esse obedece a uma série de normas e procedimentos a fim de minimizar o impacto sobre o meio ambiente. O aterro sanitário é o ideal, pois com ele não há urubus nem mau cheiro.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/895635-ibama-multa-prefeito-de-belem-por-existencia-de-lixao.shtml
quarta-feira, 30 de março de 2011
Mais de 3.800 cidades em 134 países marcam a Hora do Planeta
26/03/2011 - 22h03
Centenas de monumentos e milhões de casas ao redor em mais de 3.800 cidades em 134 países apagaram as luzes neste sábado para comemorar a Hora do Planeta, uma iniciativa mundial para sensibilizar a opinião pública sobre o aquecimento global e a necessidade de se preservar o ambiente.
Só no Brasil, mais de 123 cidades participaram. O evento teve início no Pacífico, nas ilhas Fiji, Nova Zelândia e Austrália, propagando-se pela Ásia, Europa, África e América, conforme a noite avançava pela globo. A Ópera de Sydney foi o primeiro dos grandes monumentos a ficar às escuras, seguido pelo estádio "Ninho do Pássaro" de Pequim, que acolheu os Jogos Olímpicos de 2008. Posteriormente foi a vez da Europa, com a Acrópole de Atenas e outros lugares históricos gregos como as colunas do templo de Poseidon, a catedral Notre-Dame de Paris e o London Eye, da capital britânica, apagando suas luzes. A Torre Eiffel só ficou às escuras durante cinco minutos por motivos de segurança, segundo a prefeitura de Paris. Em Nova York, os luminosos da Times Square ficaram desligados.
INICIATIVA ECOLÓGICA
A iniciativa, criada na Austrália em 2007 pela organização de defesa da natureza WWF (sigla em inglês para World Wildlife Fund), tem como objetivo chamar a atenção sobre o processo do aquecimento global. "A quantidade de energia que se poupa durante o tempo em que as luzes ficam apagadas não é o aspecto principal desta ação", explicou o diretor executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley. "Trata-se de demonstrar o que pode acontecer quando as pessoas se unem", explicou. Os organizadores também pediram que nesta edição do evento os participantes se comprometam a realizar uma ação, grande ou pequena, durante todo o ano para ajudar o planeta. Ridley explicou que a edição deste ano também se concentrará em conectar as pessoas através da internet para que possam se motivar mutuamente em seu compromisso de preservar o meio ambiente. No momento em que o evento começou no Pacífico, cerca de 600 mil pessoas disseram "eu curti" na página oficial da Hora do Planeta no Facebook. Moradores de diversas cidades brasileiras apagaram as luzes na noite deste sábado para participar da campanha ambiental Hora do Planeta.
NO BRASIL
Entidades e prefeituras também aderiram à campanha e cortaram a iluminação de monumentos. Ficaram às escuras a partir das 20h30 o Cristo Redentor, no Rio, e a ponte Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo. No Brasil, o primeiro minuto da Hora do Planeta foi de silêncio, em homenagem às vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o Japão e às famílias atingidas pelas enchentes no Rio de Janeiro e em outros Estados. O Rio, que participa pela terceira vez da campanha, é a sede do evento no Brasil e, além do Cristo, apagou as luzes dos arcos da Lapa e da orla da praia de Copacabana. Outras 18 capitais, como Brasília, Curitiba e Salvador, também anunciaram ter aderido à Hora do Planeta apagando a iluminação de monumentos famosos. A organização ambientalista WWF, responsável pela iniciativa, estima que serão mais de 4.000 cidades de 130 países do mundo a apoiar a campanha.
Comentário: A reportagem acima mostra o empenho do governo de vários países em contribuir para a Hora do Planeta, iniciativa criada pela organização em defesa da natureza WWF. Apesar de um dos objetivos da ação ser demonstrar o que pode acontecer quando as pessoas se unem, ao meu ver a meta não foi atingida, pelo menos aqui no Brasil. Isso aconteceu por vários motivos, como por exemplo:
1- Quem não lê jornal, sites de notícias ou não foi avisado por alguém que no sábado, das 20:30h às 21:30h aconteceria a Hora do Planeta com certeza não participou, pois não houve outro jeito de tomar conhecimento da ação.
2- A Hora do Planeta começou no mesmo horário em que inicia o tele-jornal mais famoso do Brasil, que em muitas famílias já é até tradição assistir.
3- Famílias com crianças pequenas, por exemplo, ficaram impossibilitadas de apagar as luzes, afinal os bebês precisam de atenção especial e até uma certa idade não entendem como funciona o mundo externo.
Enfim, é difícil fazer todo mundo se mobilizar e entender os motivos de uma ação como essa, que tem como pretensão sensibilizar as pessoas sobre o planeta em que vivemos e fazer a gente se dar conta de que unidos somos mais.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/894458-mais-de-3800-cidades-em-134-paises-marcam-a-hora-do-planeta.shtml
Centenas de monumentos e milhões de casas ao redor em mais de 3.800 cidades em 134 países apagaram as luzes neste sábado para comemorar a Hora do Planeta, uma iniciativa mundial para sensibilizar a opinião pública sobre o aquecimento global e a necessidade de se preservar o ambiente.
Só no Brasil, mais de 123 cidades participaram. O evento teve início no Pacífico, nas ilhas Fiji, Nova Zelândia e Austrália, propagando-se pela Ásia, Europa, África e América, conforme a noite avançava pela globo. A Ópera de Sydney foi o primeiro dos grandes monumentos a ficar às escuras, seguido pelo estádio "Ninho do Pássaro" de Pequim, que acolheu os Jogos Olímpicos de 2008. Posteriormente foi a vez da Europa, com a Acrópole de Atenas e outros lugares históricos gregos como as colunas do templo de Poseidon, a catedral Notre-Dame de Paris e o London Eye, da capital britânica, apagando suas luzes. A Torre Eiffel só ficou às escuras durante cinco minutos por motivos de segurança, segundo a prefeitura de Paris. Em Nova York, os luminosos da Times Square ficaram desligados.
INICIATIVA ECOLÓGICA
A iniciativa, criada na Austrália em 2007 pela organização de defesa da natureza WWF (sigla em inglês para World Wildlife Fund), tem como objetivo chamar a atenção sobre o processo do aquecimento global. "A quantidade de energia que se poupa durante o tempo em que as luzes ficam apagadas não é o aspecto principal desta ação", explicou o diretor executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley. "Trata-se de demonstrar o que pode acontecer quando as pessoas se unem", explicou. Os organizadores também pediram que nesta edição do evento os participantes se comprometam a realizar uma ação, grande ou pequena, durante todo o ano para ajudar o planeta. Ridley explicou que a edição deste ano também se concentrará em conectar as pessoas através da internet para que possam se motivar mutuamente em seu compromisso de preservar o meio ambiente. No momento em que o evento começou no Pacífico, cerca de 600 mil pessoas disseram "eu curti" na página oficial da Hora do Planeta no Facebook. Moradores de diversas cidades brasileiras apagaram as luzes na noite deste sábado para participar da campanha ambiental Hora do Planeta.
NO BRASIL
Entidades e prefeituras também aderiram à campanha e cortaram a iluminação de monumentos. Ficaram às escuras a partir das 20h30 o Cristo Redentor, no Rio, e a ponte Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo. No Brasil, o primeiro minuto da Hora do Planeta foi de silêncio, em homenagem às vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o Japão e às famílias atingidas pelas enchentes no Rio de Janeiro e em outros Estados. O Rio, que participa pela terceira vez da campanha, é a sede do evento no Brasil e, além do Cristo, apagou as luzes dos arcos da Lapa e da orla da praia de Copacabana. Outras 18 capitais, como Brasília, Curitiba e Salvador, também anunciaram ter aderido à Hora do Planeta apagando a iluminação de monumentos famosos. A organização ambientalista WWF, responsável pela iniciativa, estima que serão mais de 4.000 cidades de 130 países do mundo a apoiar a campanha.
Comentário: A reportagem acima mostra o empenho do governo de vários países em contribuir para a Hora do Planeta, iniciativa criada pela organização em defesa da natureza WWF. Apesar de um dos objetivos da ação ser demonstrar o que pode acontecer quando as pessoas se unem, ao meu ver a meta não foi atingida, pelo menos aqui no Brasil. Isso aconteceu por vários motivos, como por exemplo:
1- Quem não lê jornal, sites de notícias ou não foi avisado por alguém que no sábado, das 20:30h às 21:30h aconteceria a Hora do Planeta com certeza não participou, pois não houve outro jeito de tomar conhecimento da ação.
2- A Hora do Planeta começou no mesmo horário em que inicia o tele-jornal mais famoso do Brasil, que em muitas famílias já é até tradição assistir.
3- Famílias com crianças pequenas, por exemplo, ficaram impossibilitadas de apagar as luzes, afinal os bebês precisam de atenção especial e até uma certa idade não entendem como funciona o mundo externo.
Enfim, é difícil fazer todo mundo se mobilizar e entender os motivos de uma ação como essa, que tem como pretensão sensibilizar as pessoas sobre o planeta em que vivemos e fazer a gente se dar conta de que unidos somos mais.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/894458-mais-de-3800-cidades-em-134-paises-marcam-a-hora-do-planeta.shtml
segunda-feira, 28 de março de 2011
Greenpeace pede a Dilma fim do uso da energia nuclear no Brasil
18/03/2011 - 11h01
Ativistas do Greenpeace fizeram nesta sexta-feira um ato em frente ao Palácio do Planalto pedindo à presidenta Dilma Rousseff o fim do uso da energia nuclear no país.
Vestidos com capas de proteção e máscaras, um grupo subiu a rampa do Planalto e abriu uma faixa com a frase "A energia que mata. Dilma, nuclear não".
Citando o acidente na Usina Nuclear de Fukishima, no Japão, os manifestantes pedem a suspensão da construção da Usina Nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro, e a paralisação dos investimentos em energia nuclear.
"Pedimos que a presidenta Dilma tome um posicionamento mais ágil em relação à energia nuclear. Países como a Alemanha já cancelaram o funcionamento de reatores mais antigos. Podemos ser o primeiro grande país a usar 100% de energia limpa", disse Ricardo Baitelo, responsável pela campanha de energia do Greenpeace.
Representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República conversaram com os ativistas e receberam o manifesto do Greenpeace.
O secretário de articulação social, Antônio Lambertucci, disse que a demanda da organização será encaminhada a Dilma. "Essa demanda vai chegar à presidente por meio do ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho. Nos colocamos à disposição para recebê-los porque nossa função é dialogar", disse Lambertuci.
Três manifestantes do Greenpeace permaneceram por alguns minutos sentados embaixo da rampa do Palácio do Planalto e foram conduzidos pela segurança à Polícia Federal.
Comentário: Concordo com o que defendem os ativistas do Greenpeace. O acidente de Fukishima é mais um motivo para que o governo brasileiro se dê conta de que não é bom trazer a energia nuclear para o nosso país. É arriscado e desnecessário, visto que no Brasil temos ótimas condições para produzir energia elétrica de outras maneiras. A Usina Hidrelétrica de Itaipu está aí para provar que é possível gerar energia de forma limpa e renovável (Afinal a binacional Itaipu é a MAIOR geradora de energia com essas características do planeta). Se tivesse que escolher entre a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a construção da Usina Nuclear Angra 3 no Brasil, ficaria com a primeira opção apesar de toda a polêmica em volta de Belo Monte. Nada pode ser perfeito, então prefiro o uso de energia limpa e segura.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/890553-greenpeace-pede-a-dilma-fim-do-uso-da-energia-nuclear-no-brasil.shtml
Ativistas do Greenpeace fizeram nesta sexta-feira um ato em frente ao Palácio do Planalto pedindo à presidenta Dilma Rousseff o fim do uso da energia nuclear no país.
Vestidos com capas de proteção e máscaras, um grupo subiu a rampa do Planalto e abriu uma faixa com a frase "A energia que mata. Dilma, nuclear não".
Citando o acidente na Usina Nuclear de Fukishima, no Japão, os manifestantes pedem a suspensão da construção da Usina Nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro, e a paralisação dos investimentos em energia nuclear.
"Pedimos que a presidenta Dilma tome um posicionamento mais ágil em relação à energia nuclear. Países como a Alemanha já cancelaram o funcionamento de reatores mais antigos. Podemos ser o primeiro grande país a usar 100% de energia limpa", disse Ricardo Baitelo, responsável pela campanha de energia do Greenpeace.
Representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República conversaram com os ativistas e receberam o manifesto do Greenpeace.
O secretário de articulação social, Antônio Lambertucci, disse que a demanda da organização será encaminhada a Dilma. "Essa demanda vai chegar à presidente por meio do ministro da Secretaria-Geral, Gilberto Carvalho. Nos colocamos à disposição para recebê-los porque nossa função é dialogar", disse Lambertuci.
Três manifestantes do Greenpeace permaneceram por alguns minutos sentados embaixo da rampa do Palácio do Planalto e foram conduzidos pela segurança à Polícia Federal.
Comentário: Concordo com o que defendem os ativistas do Greenpeace. O acidente de Fukishima é mais um motivo para que o governo brasileiro se dê conta de que não é bom trazer a energia nuclear para o nosso país. É arriscado e desnecessário, visto que no Brasil temos ótimas condições para produzir energia elétrica de outras maneiras. A Usina Hidrelétrica de Itaipu está aí para provar que é possível gerar energia de forma limpa e renovável (Afinal a binacional Itaipu é a MAIOR geradora de energia com essas características do planeta). Se tivesse que escolher entre a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a construção da Usina Nuclear Angra 3 no Brasil, ficaria com a primeira opção apesar de toda a polêmica em volta de Belo Monte. Nada pode ser perfeito, então prefiro o uso de energia limpa e segura.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/890553-greenpeace-pede-a-dilma-fim-do-uso-da-energia-nuclear-no-brasil.shtml
terça-feira, 22 de março de 2011
Projeto ambiental coloca turista para viver como macacos
11/03/2011 - 13h05
Voar pela selva em uma tirolesa e dormir nas árvores como os macacos é a experiência de um ambicioso projeto de conservação no norte de Laos, que incentiva a adesão de ex-caçadores a um ecoturismo atípico.
As cabanas ficam a cerca de 40 metros de altura, com cabos que medem até 700 metros de comprimento. Por eles, viaja-se a uma velocidade média de 80 km/h.
Como se isso não bastasse, o cinto de retenção é apenas uma polia de aço simples com um pedaço de pneu de bicicleta para usar como freio.
"É simplesmente alucinante, como voar", assegura Nathan, um mochileiro americano que apoia suas pernas em um tronco para se impulsionar e ir mais rápido ainda na tirolesa.
Após uma breve conversa sobre as normas básicas de segurança, os hóspedes têm total liberdade para deslizarem várias vezes pelos cabos até que escureça, pois só é proibido praticar a atividade à noite.
A aventura é parte da Gibbon Experience, chamada dessa maneira por que está inspirada no gibão (Hylobates pileatus).
Tal primata pequeno e escorregadio também se encontra no Vietnã e no sul da China, e se achava já extinto na região no início da década passada, precisamente quando o cientista francês Jeff Reumaux chegou à província de Bokeo.
Reumaux demorou cinco anos para obter dinheiro suficiente para construir as casas nas árvores com banheiros e água corrente, além da rede de tirolesa que as une.
Também não foi fácil convencer as autoridades locais para que declarassem como reserva natural mais de 123 mil hectares de floresta onde, na época, a tribo hmong capturava elefantes, macacos, ursos e tigres.
Esses mesmos caçadores se tornaram guardas florestais e guias que mantêm suas famílias sem prejudicar o ecossistema.
EX-CAÇADORES
"Há alguns anos, mal podia alimentar minha mulher e meus filhos com o que ganhava com a caça, mas hoje vivemos muito melhor sem precisar matar nenhum animal", assinala em um precário inglês Vong, que só precisa de um par de chinelos para se movimentar pela selva, que conhece como a palma de sua mão.
Na reserva vivem atualmente 400 gibões, a grande exigência do projeto e cujos cantos se podem escutar ao amanhecer, embora é preciso ter muita sorte para encontrá-los a distância.
"Não vi nenhum, mas não tem problema. Para mim, a experiência não é contemplá-los e sim viver como eles", comenta Lotte, outra turista que não se importou em caminhar durante mais de quatro horas e sofrer picadas de insetos e sanguessugas para chegar às casas nas árvores.
A dificuldade do trajeto afasta o turismo das massas, que prefere ver os gibões de maneira mais cômoda em zoológicos e em espaços mais acessível na vizinha Tailândia.
O francês explica à agência de notícias Efe que seu objetivo não é transformar a selva em uma mera atração turística, mas apresentar aos habitantes um modo alternativo de seguir explorando a natureza sem cortar árvores ou matar animais.
"Queremos mostrar que conservar a selva é melhor que destruí-la. Isso talvez seja óbvio para nós, mas para poder persuadi-los temos que provar que é possível viver assim", indica o francês.
Para cumprir essa meta, uma parte do dinheiro arrecadado pelo ecoturismo é investida em modernos sistemas de irrigação para arrozais e outros cultivos, consumidos pelas famílias que já não precisam queimar parte da floresta, como outros camponeses da região.
"É caro, mas simples e eficaz, e prova que preservar as florestas não precisa ser um assunto político", conclui Reumaux.
Comentário: É ótima a iniciativa do cientista Jeff Reumaux em transformar, com as suas próprias mãos, uma selva que só estava sendo destruída em um lugar para fazer ecoturismo de uma maneira muito diferente da que estamos acostumados. No local vivem 400 gibões, que não são mais caçados nem incomodados, afinal além da floresta ter mais de 123 mil hectares (o que é um espaço bastante grande para os primatas) essa espécie costuma ocupar as zonas mais altas da floresta e raramente descem ao chão, então não têm contato com os humanos. O melhor da Gibbon Expierence são as mudanças que ocorreram na forma de viver e de pensar das pessoas que já viviam por lá. Com o turismo, os caçadores tornaram-se ex-caçadores, pois substituíram seu trabalho ecologicamente incorreto e que não gerava muita renda pelo trabalho de guia ou guarda florestal, que proporciona uma vida melhor aos próprios e às suas famílias.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/887311-projeto-ambiental-coloca-turista-para-viver-como-macacos.shtml
Voar pela selva em uma tirolesa e dormir nas árvores como os macacos é a experiência de um ambicioso projeto de conservação no norte de Laos, que incentiva a adesão de ex-caçadores a um ecoturismo atípico.
As cabanas ficam a cerca de 40 metros de altura, com cabos que medem até 700 metros de comprimento. Por eles, viaja-se a uma velocidade média de 80 km/h.
Como se isso não bastasse, o cinto de retenção é apenas uma polia de aço simples com um pedaço de pneu de bicicleta para usar como freio.
"É simplesmente alucinante, como voar", assegura Nathan, um mochileiro americano que apoia suas pernas em um tronco para se impulsionar e ir mais rápido ainda na tirolesa.
Após uma breve conversa sobre as normas básicas de segurança, os hóspedes têm total liberdade para deslizarem várias vezes pelos cabos até que escureça, pois só é proibido praticar a atividade à noite.
A aventura é parte da Gibbon Experience, chamada dessa maneira por que está inspirada no gibão (Hylobates pileatus).
Tal primata pequeno e escorregadio também se encontra no Vietnã e no sul da China, e se achava já extinto na região no início da década passada, precisamente quando o cientista francês Jeff Reumaux chegou à província de Bokeo.
Reumaux demorou cinco anos para obter dinheiro suficiente para construir as casas nas árvores com banheiros e água corrente, além da rede de tirolesa que as une.
Também não foi fácil convencer as autoridades locais para que declarassem como reserva natural mais de 123 mil hectares de floresta onde, na época, a tribo hmong capturava elefantes, macacos, ursos e tigres.
Esses mesmos caçadores se tornaram guardas florestais e guias que mantêm suas famílias sem prejudicar o ecossistema.
EX-CAÇADORES
"Há alguns anos, mal podia alimentar minha mulher e meus filhos com o que ganhava com a caça, mas hoje vivemos muito melhor sem precisar matar nenhum animal", assinala em um precário inglês Vong, que só precisa de um par de chinelos para se movimentar pela selva, que conhece como a palma de sua mão.
Na reserva vivem atualmente 400 gibões, a grande exigência do projeto e cujos cantos se podem escutar ao amanhecer, embora é preciso ter muita sorte para encontrá-los a distância.
"Não vi nenhum, mas não tem problema. Para mim, a experiência não é contemplá-los e sim viver como eles", comenta Lotte, outra turista que não se importou em caminhar durante mais de quatro horas e sofrer picadas de insetos e sanguessugas para chegar às casas nas árvores.
A dificuldade do trajeto afasta o turismo das massas, que prefere ver os gibões de maneira mais cômoda em zoológicos e em espaços mais acessível na vizinha Tailândia.
O francês explica à agência de notícias Efe que seu objetivo não é transformar a selva em uma mera atração turística, mas apresentar aos habitantes um modo alternativo de seguir explorando a natureza sem cortar árvores ou matar animais.
"Queremos mostrar que conservar a selva é melhor que destruí-la. Isso talvez seja óbvio para nós, mas para poder persuadi-los temos que provar que é possível viver assim", indica o francês.
Para cumprir essa meta, uma parte do dinheiro arrecadado pelo ecoturismo é investida em modernos sistemas de irrigação para arrozais e outros cultivos, consumidos pelas famílias que já não precisam queimar parte da floresta, como outros camponeses da região.
"É caro, mas simples e eficaz, e prova que preservar as florestas não precisa ser um assunto político", conclui Reumaux.
Comentário: É ótima a iniciativa do cientista Jeff Reumaux em transformar, com as suas próprias mãos, uma selva que só estava sendo destruída em um lugar para fazer ecoturismo de uma maneira muito diferente da que estamos acostumados. No local vivem 400 gibões, que não são mais caçados nem incomodados, afinal além da floresta ter mais de 123 mil hectares (o que é um espaço bastante grande para os primatas) essa espécie costuma ocupar as zonas mais altas da floresta e raramente descem ao chão, então não têm contato com os humanos. O melhor da Gibbon Expierence são as mudanças que ocorreram na forma de viver e de pensar das pessoas que já viviam por lá. Com o turismo, os caçadores tornaram-se ex-caçadores, pois substituíram seu trabalho ecologicamente incorreto e que não gerava muita renda pelo trabalho de guia ou guarda florestal, que proporciona uma vida melhor aos próprios e às suas famílias.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/887311-projeto-ambiental-coloca-turista-para-viver-como-macacos.shtml
domingo, 20 de março de 2011
Cientistas produzem células da memória em laboratório
04/03/2011 - 17h29
Pela primeira vez, cientistas americanos produziram células do cérebro humano que podem acelerar a busca por drogas e levar a novos tratamentos para o Alzheimer, uma doença devastadora e neurodegenerativa incurável.
A informação foi publicada nesta sexta-feira no site do jornal britânico "Guardian".
Os neurônios recém-produzidos podem ser úteis na busca por medicamentos que retardam a progressão da doença e pavimentar o caminho dos transplantes de células do cérebro para tratar a perda de memória associada à doença.
O Alzheimer é a forma mais comum de demência e afeta cerca de 465 mil pessoas no Reino Unido. A doença se espalha quando placas e emaranhados se formam no cérebro e células nervosas críticas morrem. Um em cada 14 pessoas com idade acima de 65 anos sofre da doença.
Nos estágios iniciais do Alzheimer, muitos pacientes sofrem lapsos de memória e lutam para encontrar as palavras certas. Depois de algum tempo, eles podem se tornar totalmente dependentes de seus cuidadores.
Pesquisadores dos EUA produziram remessas de neurônios do cérebro, acrescentando fatores químicos de crescimento a células-tronco embrionárias humanas. A técnica permite que os cientistas cultivem uma fonte quase ilimitada de células cerebrais.
Os neurônios feitos no laboratório eram do tipo que causa a perda de memória quando param de trabalhar nas fases iniciais da doença de Alzheimer.
"Esta é uma população de células que morre logo no início da doença e são essenciais para a função de memória. Então, compreender porque essas células morrem, e o que poderia impedi-las de morrer, será extremamente importante para a compreensão e o tratamento do Alzheimer", disse John Kessler, do departamento de neurologia da Universidade de Northwestern, em Chicago.
"Eu não quero que as pessoas pensem que de repente teremos um tratamento e uma cura para a doença. O que temos agora é algo que vai ser muito útil para nos levar até lá", acrescentou Kessler. A pesquisa foi publicada na revista "Stem Cells".
Enquanto as células do cérebro poderiam ajudar os fabricantes a produzir medicamentos que protegem os neurônios contra os estragos do Alzheimer, a perspectiva de transplantes de células do cérebro para tratar a doença é um sonho distante.
No último estudo, os neurônios foram feitos a partir de células-tronco embrionárias, que podem crescer em quase qualquer tecido do corpo. Se qualquer uma dessas células-tronco se confundissem com os neurônios, elas poderiam se transformar em tumores quando transplantadas para o cérebro.
Além disso, para impedir que o paciente rejeite o transplante, os pacientes teriam que tomar medicamentos para suprimir o sistema imunológico, o que aumenta o risco de câncer.
"Em primeiro lugar temos que verificar se essas células são seguras", Kessler.
Comentário: Produzir em laboratório os neurônios que causam o Alzheimer é essencial para encontrar a cura da doença. Afinal ela se espalha quando células essenciais para a memória morrem , então o que precisa ser estudado primeiro são as causas, ou seja, é necessário saber o motivo pelo qual tais células morrem para depois encontrar uma forma de impedi-las de morrer. Nem todas as doenças precisam de tudo isso para serem tratadas. O câncer, por exemplo, tem cura, mas não se sabe o motivo da doença. Exposição excessiva ao sol e cigarro podem causar essa moléstia, mas e quanto a quem não se expõe muito ao sol, não fuma e tem câncer? Outros fatores que podem ocasionar no surgimento dessa doença ainda estão em estudo. Ainda assim há tratamento, que consiste na destruição das células doentes. Isso é simples, diferente do Alzheimer, em que o problema não se resolve tirando as células deficientes do nosso corpo, mas tratando-as para que elas continuem funcionando, o que exige um conhecimento mais aprofundado da moléstia.
Entretanto, apesar da notícia apresentada ser boa, não há motivo para comemorar muito. Afinal, essas pesquisas demoram bastante para ter um resultado. Talvez tenhamos que esperar anos, até décadas para que finalmente os cientistas achem uma maneira de curar o Alzheimer.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/884499-cientistas-produzem-celulas-da-memoria-em-laboratorio.shtml
Pela primeira vez, cientistas americanos produziram células do cérebro humano que podem acelerar a busca por drogas e levar a novos tratamentos para o Alzheimer, uma doença devastadora e neurodegenerativa incurável.
A informação foi publicada nesta sexta-feira no site do jornal britânico "Guardian".
Os neurônios recém-produzidos podem ser úteis na busca por medicamentos que retardam a progressão da doença e pavimentar o caminho dos transplantes de células do cérebro para tratar a perda de memória associada à doença.
O Alzheimer é a forma mais comum de demência e afeta cerca de 465 mil pessoas no Reino Unido. A doença se espalha quando placas e emaranhados se formam no cérebro e células nervosas críticas morrem. Um em cada 14 pessoas com idade acima de 65 anos sofre da doença.
Nos estágios iniciais do Alzheimer, muitos pacientes sofrem lapsos de memória e lutam para encontrar as palavras certas. Depois de algum tempo, eles podem se tornar totalmente dependentes de seus cuidadores.
Pesquisadores dos EUA produziram remessas de neurônios do cérebro, acrescentando fatores químicos de crescimento a células-tronco embrionárias humanas. A técnica permite que os cientistas cultivem uma fonte quase ilimitada de células cerebrais.
Os neurônios feitos no laboratório eram do tipo que causa a perda de memória quando param de trabalhar nas fases iniciais da doença de Alzheimer.
"Esta é uma população de células que morre logo no início da doença e são essenciais para a função de memória. Então, compreender porque essas células morrem, e o que poderia impedi-las de morrer, será extremamente importante para a compreensão e o tratamento do Alzheimer", disse John Kessler, do departamento de neurologia da Universidade de Northwestern, em Chicago.
"Eu não quero que as pessoas pensem que de repente teremos um tratamento e uma cura para a doença. O que temos agora é algo que vai ser muito útil para nos levar até lá", acrescentou Kessler. A pesquisa foi publicada na revista "Stem Cells".
Enquanto as células do cérebro poderiam ajudar os fabricantes a produzir medicamentos que protegem os neurônios contra os estragos do Alzheimer, a perspectiva de transplantes de células do cérebro para tratar a doença é um sonho distante.
No último estudo, os neurônios foram feitos a partir de células-tronco embrionárias, que podem crescer em quase qualquer tecido do corpo. Se qualquer uma dessas células-tronco se confundissem com os neurônios, elas poderiam se transformar em tumores quando transplantadas para o cérebro.
Além disso, para impedir que o paciente rejeite o transplante, os pacientes teriam que tomar medicamentos para suprimir o sistema imunológico, o que aumenta o risco de câncer.
"Em primeiro lugar temos que verificar se essas células são seguras", Kessler.
Comentário: Produzir em laboratório os neurônios que causam o Alzheimer é essencial para encontrar a cura da doença. Afinal ela se espalha quando células essenciais para a memória morrem , então o que precisa ser estudado primeiro são as causas, ou seja, é necessário saber o motivo pelo qual tais células morrem para depois encontrar uma forma de impedi-las de morrer. Nem todas as doenças precisam de tudo isso para serem tratadas. O câncer, por exemplo, tem cura, mas não se sabe o motivo da doença. Exposição excessiva ao sol e cigarro podem causar essa moléstia, mas e quanto a quem não se expõe muito ao sol, não fuma e tem câncer? Outros fatores que podem ocasionar no surgimento dessa doença ainda estão em estudo. Ainda assim há tratamento, que consiste na destruição das células doentes. Isso é simples, diferente do Alzheimer, em que o problema não se resolve tirando as células deficientes do nosso corpo, mas tratando-as para que elas continuem funcionando, o que exige um conhecimento mais aprofundado da moléstia.
Entretanto, apesar da notícia apresentada ser boa, não há motivo para comemorar muito. Afinal, essas pesquisas demoram bastante para ter um resultado. Talvez tenhamos que esperar anos, até décadas para que finalmente os cientistas achem uma maneira de curar o Alzheimer.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/884499-cientistas-produzem-celulas-da-memoria-em-laboratorio.shtml
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