27 de junho de 2011
Esqueça os Pais-Nossos e Ave-Marias! Na paróquia católica Sagrado Coração de Jesus, no município goiano de Pires do Rio, os fiéis recebem outro tipo de penitência para a absolvição dos pecados confessados: o plantio de árvores.
Para cada “falta” admitida no confessionário, o fiel recebe a incumbência de plantar uma semente de qualquer árvore nativa da região. A penitência é a mesma para todos os pecados e, em outubro, a Paróquia realizará uma procissão para que todas as mudas cultivadas pelos fiéis sejam plantadas em uma área devastada da cidade.
A ideia foi do Frei Sebastião, que procurava uma maneira de envolver os frequentadores da Paróquia na Campanha da Fraternidade – iniciativa da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, que anualmente elege um tema, relacionado a um problema nacional, para despertar a mobilização dos fiéis. Em 2011, o assunto escolhido foi Fraternidade e a Vida no Planeta, que busca chamar a atenção dos frequentadores da Igreja para os problemas ambientais, com foco nas mudanças climáticas.
Por enquanto, a sugestão do Frei Sebastião tem feito sucesso na cidade: motivados, os fiéis da Paróquia lotaram a última confissão comunitária realizada na Igreja e se comprometeram a plantar as mudas solicitadas para a absolvição dos pecados. Segundo o religioso, a expectativa é de que a iniciativa renda mais de mil novas árvores para o município de Pires do Rio. Você aprova que a ideia seja adotada por outras Igrejas do país?
Comentário: Que bom saber que uma iniciativa como essa foi tomada no Brasil! É realmente uma ideia muito bem bolada, afinal a maior parte da população brasileira corresponde a cristãos, o que significa: mais árvores plantadas! Essa iniciativa tem tudo para dar certo em outras igrejas do país, e espero que todas elas contruibuam com essa ideia, para vivermos num país cada vez mais desenvolvido e sustentável. Felizmente o Frei Sebastião tem bom senso e resolveu trocar as rezas infinitas que, de fato, não contribuem para coisa alguma por uma ato que faz bem para os "pecadores" que, depois de se confessarem, ficam com a consciência limpa por terem feito uma boa ação à natureza e a nós, que somos parte e dependemos dela.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nada-de-oracoes-em-go-penitencia-para-pecados-e-o-plantio-de-arvores
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Cidadãos cultivam hortas em parques públicos para alimentar moradores de rua
22 de junho de 2011
Que tal ajudar os moradores de rua da sua cidade oferecendo alimentos que você mesmo cultivou? Essa é a ideia da mais nova iniciativa do movimento Grow Local Colorado, nos EUA: mobilizar os cidadãos para criar pequenas hortas nos parques públicos do município de Colorado e enviar toda a produção para os centros de assistência aos moradores de rua.
O projeto pretende oferecer alimentos orgânicos de qualidade para os sem-tetos e, ainda, aumentar o sentimento de respeito dos moradores pelos espaços públicos da cidade. Isso porque a ideia é que os próprios cidadãos tomem conta das hortas e, consequentemente, dos parques. As plantações ainda são cultivadas em pontos estratégicos, para que cresçam em harmonia com os canteiros de plantas e flores do local e, assim, não comprometam a paisagem.
Por enquanto, a iniciativa – que começou no segundo semestre de 2010 – possui 14 hortas, espalhadas por oito parques do município, que já ajudaram diversos centros de assistência aos moradores de rua da região. O próximo grupo que será beneficiado pela iniciativa já foi escolhido: é o Denver’s Gathering Place, que abriga crianças e mulheres que não têm onde morar e receberá cerca de 680 kg de alimentos.
Os cidadãos do Colorado que estão participando da iniciativa estão para lá de satisfeitos e garantem que, além de ajudar os moradores de rua da cidade e contribuir para a preservação dos parques, a iniciativa faz bem a eles próprios. Isso porque, segundo eles, cultivar hortas é uma atividade muito prazerosa, que ainda está aproximando os moradores da cidade de todas as idades.

Você gostaria que a ideia fosse aplicada, também, nos parques brasileiros?
Comentário: É maravilhosa essa iniciativa dos moradores da cidade de Colorado, nos EEUU, pois ela é benéfica para os dois lados: melhora a saúde e o bem-estar das pessoas que ajudam a plantar as hortas e ainda contribui para a alimentação saudável dos moradores de rua do município. Eu acharia muito bom se essa ideia fosse aplicada nos parques brasileiros, porém mais uma vez, penso que não daria certo. Haveriam pessoas que iriam roubar os alimentos, sem ter chance alguma de dividir com os moradores de rua. Porém não duvido que haveria muitas pessoas para ajudar no projeto, porque no Brasil também não há só "desgraça". Presumo que no Colorado a população seja mais afortunada do que a população brasileira, se a iniciativa está funcionando tão bem quanto parece.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/cidadaos-cultivam-hortas-em-parques-publicos-para-alimentar-moradores-de-rua/
Que tal ajudar os moradores de rua da sua cidade oferecendo alimentos que você mesmo cultivou? Essa é a ideia da mais nova iniciativa do movimento Grow Local Colorado, nos EUA: mobilizar os cidadãos para criar pequenas hortas nos parques públicos do município de Colorado e enviar toda a produção para os centros de assistência aos moradores de rua.
O projeto pretende oferecer alimentos orgânicos de qualidade para os sem-tetos e, ainda, aumentar o sentimento de respeito dos moradores pelos espaços públicos da cidade. Isso porque a ideia é que os próprios cidadãos tomem conta das hortas e, consequentemente, dos parques. As plantações ainda são cultivadas em pontos estratégicos, para que cresçam em harmonia com os canteiros de plantas e flores do local e, assim, não comprometam a paisagem.
Por enquanto, a iniciativa – que começou no segundo semestre de 2010 – possui 14 hortas, espalhadas por oito parques do município, que já ajudaram diversos centros de assistência aos moradores de rua da região. O próximo grupo que será beneficiado pela iniciativa já foi escolhido: é o Denver’s Gathering Place, que abriga crianças e mulheres que não têm onde morar e receberá cerca de 680 kg de alimentos.
Os cidadãos do Colorado que estão participando da iniciativa estão para lá de satisfeitos e garantem que, além de ajudar os moradores de rua da cidade e contribuir para a preservação dos parques, a iniciativa faz bem a eles próprios. Isso porque, segundo eles, cultivar hortas é uma atividade muito prazerosa, que ainda está aproximando os moradores da cidade de todas as idades.

Você gostaria que a ideia fosse aplicada, também, nos parques brasileiros?
Comentário: É maravilhosa essa iniciativa dos moradores da cidade de Colorado, nos EEUU, pois ela é benéfica para os dois lados: melhora a saúde e o bem-estar das pessoas que ajudam a plantar as hortas e ainda contribui para a alimentação saudável dos moradores de rua do município. Eu acharia muito bom se essa ideia fosse aplicada nos parques brasileiros, porém mais uma vez, penso que não daria certo. Haveriam pessoas que iriam roubar os alimentos, sem ter chance alguma de dividir com os moradores de rua. Porém não duvido que haveria muitas pessoas para ajudar no projeto, porque no Brasil também não há só "desgraça". Presumo que no Colorado a população seja mais afortunada do que a população brasileira, se a iniciativa está funcionando tão bem quanto parece.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/cidadaos-cultivam-hortas-em-parques-publicos-para-alimentar-moradores-de-rua/
Biblioteca pública é construída com mil caixas de cerveja
17 de junho de 2011
Na cidade de Magdeburg, na Alemanha, uma iniciativa, que partiu da própria população, está diminuindo a quantidade de lixo no município e, ainda, incentivando o hábito da leitura entre os moradores: é a Open Air Library, uma biblioteca pública construída, basicamente, com mil caixas de cerveja.
As embalagens plásticas, que são habitualmente usadas para vender a bebida em lotes, foram doadas por uma empresa da região e, para erguer a biblioteca, a própria comunidade pôs a mão na massa, com a ajuda do escritório de design Karo, que fez o acabamento da obra reutilizando partes da fachada de um armazém abandonado da cidade.
Depois de pronta, a biblioteca continua dependendo da boa vontade da população: os mais de dois mil livros de seu acervo foram doados pelos moradores e a conservação das obras e do espaço também depende deles. Isso porque não existem seguranças nem bibliotecários no local, que fica aberto 24 horas e funciona na base da confiança mesmo: qualquer um pode entrar no edifício, pegar um livro e levar para casa.
Por enquanto, todas as obras foram devolvidas e a população está cada vez mais orgulhosa da iniciativa, que recebe doações de livro, praticamente, todos os dias. Será que uma biblioteca colaborativa, no estilo da Open Air Library, funcionaria por aqui?
O edifício público – que ainda conta com área externa com muito verde e espaço para apresentações culturais – foi desenvolvido com a intenção de recuperar a autoestima dos moradores da cidade, que ficou praticamente abandonada depois da reunificação da Alemanha. O objetivo parece ter sido alcançado, não?
Comentário: Tudo é interessante nessa notícia. A começar pela iniciativa dos moradores de construir uma biblioteca, que proporciona um compartilhamento de cultura entre toda a população, e ainda foi construída com caixas de cerveja, de forma a reciclá-las e economizar em material para construção. Além disso, é fantástico que a iniciativa esteja dando tão certo, que a biblioteca receba sempre doações, que não precise contratar funcionários para trabalhar lá e que nenhuma obra tenha sido furtada. Com certeza uma biblioteca assim não funcionaria no Brasil.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/biblioteca-publica-e-construida-com-mil-caixas-de-cerveja/
Na cidade de Magdeburg, na Alemanha, uma iniciativa, que partiu da própria população, está diminuindo a quantidade de lixo no município e, ainda, incentivando o hábito da leitura entre os moradores: é a Open Air Library, uma biblioteca pública construída, basicamente, com mil caixas de cerveja.As embalagens plásticas, que são habitualmente usadas para vender a bebida em lotes, foram doadas por uma empresa da região e, para erguer a biblioteca, a própria comunidade pôs a mão na massa, com a ajuda do escritório de design Karo, que fez o acabamento da obra reutilizando partes da fachada de um armazém abandonado da cidade.
Depois de pronta, a biblioteca continua dependendo da boa vontade da população: os mais de dois mil livros de seu acervo foram doados pelos moradores e a conservação das obras e do espaço também depende deles. Isso porque não existem seguranças nem bibliotecários no local, que fica aberto 24 horas e funciona na base da confiança mesmo: qualquer um pode entrar no edifício, pegar um livro e levar para casa.
Por enquanto, todas as obras foram devolvidas e a população está cada vez mais orgulhosa da iniciativa, que recebe doações de livro, praticamente, todos os dias. Será que uma biblioteca colaborativa, no estilo da Open Air Library, funcionaria por aqui?
O edifício público – que ainda conta com área externa com muito verde e espaço para apresentações culturais – foi desenvolvido com a intenção de recuperar a autoestima dos moradores da cidade, que ficou praticamente abandonada depois da reunificação da Alemanha. O objetivo parece ter sido alcançado, não?
Comentário: Tudo é interessante nessa notícia. A começar pela iniciativa dos moradores de construir uma biblioteca, que proporciona um compartilhamento de cultura entre toda a população, e ainda foi construída com caixas de cerveja, de forma a reciclá-las e economizar em material para construção. Além disso, é fantástico que a iniciativa esteja dando tão certo, que a biblioteca receba sempre doações, que não precise contratar funcionários para trabalhar lá e que nenhuma obra tenha sido furtada. Com certeza uma biblioteca assim não funcionaria no Brasil.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/biblioteca-publica-e-construida-com-mil-caixas-de-cerveja/
Ecosia: buscador online ajuda a preservar a Floresta Amazônica
8 de junho de 2011
Que tal contribuir para a conservação das florestas tropicais do mundo com uma simples pesquisa na internet? Essa é a proposta de um site de busca alternativo da Alemanha: o Ecosia*.
Gratuito, o buscador apresenta resultados do Bing e do Yahoo, com uma diferença: as pesquisas valem uma “ajudinha” para o planeta. Isso porque parte da receita publicitária do portal é revertida para projetos de preservação das florestas tropicais. Funciona assim: a cada clique dado em um anúncio que está na página do Ecosia, 80% do valor pago pela empresa ao buscador é destinado às ONGs ambientais.
Atualmente, o Ecosia conta com cerca de 700 mil acessos diários, o que, segundo a equipe do buscador, significa que cada usuário do site contribui, em média, para a preservação de 2 mil m² de floresta, todos os anos. E mais: se, pelo menos, 1% dos internautas utilizassem o portal, daria para proteger, anualmente, uma área de floresta equivalente ao território da Suíça.
Por enquanto, o Ecosia conseguiu arrecadar mais de 250 mil libras (valor equivalente a cerca de R$ 650 mil) e a primeira doação do buscador foi para um projeto brasileiro, de proteção à Floresta Amazônica: o Juruena, da WWF-Brasil.
A iniciativa tem rendido muitos elogios, mas também algumas críticas de pessoas que acreditam que a proposta é meio “furada”, já que o que importa não é fazer buscas no site e, sim, clicar nos anunciantes. E você, aprovou a iniciativa?
Comentário: A iniciativa é muito boa, e é ótimo que o projeto esteja dando certo e que site realmente esteja doando fundos para ajudar as florestas. Entretanto, para dar mais certo ainda, a minha sugestão seria que o Ecosia apresentasse resultados do Google, ao invés de fazer uma parceria com o Bing e com o Yahoo. Afinal o Google é o principal buscador do mundo, então os internautas ficariam mais dispostos a ajudar.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/ecosia-buscador-online-ajuda-a-preservar-a-floresta-amazonica/
Que tal contribuir para a conservação das florestas tropicais do mundo com uma simples pesquisa na internet? Essa é a proposta de um site de busca alternativo da Alemanha: o Ecosia*.
Gratuito, o buscador apresenta resultados do Bing e do Yahoo, com uma diferença: as pesquisas valem uma “ajudinha” para o planeta. Isso porque parte da receita publicitária do portal é revertida para projetos de preservação das florestas tropicais. Funciona assim: a cada clique dado em um anúncio que está na página do Ecosia, 80% do valor pago pela empresa ao buscador é destinado às ONGs ambientais.
Atualmente, o Ecosia conta com cerca de 700 mil acessos diários, o que, segundo a equipe do buscador, significa que cada usuário do site contribui, em média, para a preservação de 2 mil m² de floresta, todos os anos. E mais: se, pelo menos, 1% dos internautas utilizassem o portal, daria para proteger, anualmente, uma área de floresta equivalente ao território da Suíça.
Por enquanto, o Ecosia conseguiu arrecadar mais de 250 mil libras (valor equivalente a cerca de R$ 650 mil) e a primeira doação do buscador foi para um projeto brasileiro, de proteção à Floresta Amazônica: o Juruena, da WWF-Brasil.
A iniciativa tem rendido muitos elogios, mas também algumas críticas de pessoas que acreditam que a proposta é meio “furada”, já que o que importa não é fazer buscas no site e, sim, clicar nos anunciantes. E você, aprovou a iniciativa?
Comentário: A iniciativa é muito boa, e é ótimo que o projeto esteja dando certo e que site realmente esteja doando fundos para ajudar as florestas. Entretanto, para dar mais certo ainda, a minha sugestão seria que o Ecosia apresentasse resultados do Google, ao invés de fazer uma parceria com o Bing e com o Yahoo. Afinal o Google é o principal buscador do mundo, então os internautas ficariam mais dispostos a ajudar.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/ecosia-buscador-online-ajuda-a-preservar-a-floresta-amazonica/
Graveto pode ser escova de dentes sustentável
30 de maio de 2011
Já pensou em escovar os dentes com um pedaço de graveto? Pois esta é a sugestão da libanesa Leen Sadder para diminuir o impacto das nossas atividades de higiene bucal. Após muita pesquisa, a jovem – que é estudante de design – descobriu que há um tipo de graveto capaz de substituir, de forma eficaz, a escova e, também, a pasta de dentes: o Miswak, um ramo da árvore Salvadora Pérsica.
De acordo com as pesquisas de Sadder, é cientificamente comprovado que o Miswak possui, em seu interior, cerdas naturais com propriedades antimicrobianas, que limpam a boca e evitam o mau hálito. Logo, basta cortar o graveto e esfregar suas cerdas nos dentes – ou, para os mais ousados, também é possível mastiga-las.
O uso do graveto não só reduziria a utilização de água para higiene bucal – e, também, com a contaminação do recurso, já que dispensa a utilização de cremes dentais –, como também diminuiria a produção de lixo. Isso porque, após ser utilizado, o Miswak pode ser enterrado no quintal para se decompor na natureza, como qualquer outro galho.
Em suas pesquisas, Sadder ainda descobriu que o Miswak já era utilizado por povos da Antiguidade na hora da higiene bucal. Sendo assim, a estudante de design, apenas, deu um “toque de modernidade” à técnica: ela desenvolveu uma embalagem (reutilizável) para o graveto que, além de facilitar o transporte da “escova de dentes”, vem com uma espécie de cortador de charutos. Assim, após utilizar o graveto, o usuário pode cortá-lo e deixa-lo pronto para a próxima “escovada”.
Por enquanto, o produto desenvolvido por Sadder é, apenas, um protótipo – batizado por ela de THIS –, mas, segundo a pesquisa da estudante, o Miswak já é vendido pela internet em sites especializados. Você toparia trocar sua escova de dentes por um graveto?
Comentário: Desconfio que apesar desse projeto da libanesa Leen Sadder ser bom e sustentável, não vai vingar. As pessoas já estãoi acostumadas a usar escovas de dentes, e para muita gente mudar seria inútil. Além disso, é preciso cortar o gravetinho à medida que se usa o Miswak, e para a maioria das pessoas a acomodação e a preguiça são muito maiores que a vontade de fazer algo que, de alguma forma, ajude o nosso planeta a ficar cada vez mais "saudável". Outro fator que não ajuda para a realização e sucesso desse projeto é que o Miswak é, por enquanto, mais caro do que muitas escovas de dentes e o graveto não iria durar muito tempo também. Ou seja, mais gasto. A única coisa que se pode aproveitar desse projeto e fazer com que as pessoas usem o Miswak é fazer isso:
Colocar extratos do Miswak em cremes dentais famosos.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/graveto-pode-ser-escova-de-dentes-sustentavel/
Já pensou em escovar os dentes com um pedaço de graveto? Pois esta é a sugestão da libanesa Leen Sadder para diminuir o impacto das nossas atividades de higiene bucal. Após muita pesquisa, a jovem – que é estudante de design – descobriu que há um tipo de graveto capaz de substituir, de forma eficaz, a escova e, também, a pasta de dentes: o Miswak, um ramo da árvore Salvadora Pérsica.De acordo com as pesquisas de Sadder, é cientificamente comprovado que o Miswak possui, em seu interior, cerdas naturais com propriedades antimicrobianas, que limpam a boca e evitam o mau hálito. Logo, basta cortar o graveto e esfregar suas cerdas nos dentes – ou, para os mais ousados, também é possível mastiga-las.
O uso do graveto não só reduziria a utilização de água para higiene bucal – e, também, com a contaminação do recurso, já que dispensa a utilização de cremes dentais –, como também diminuiria a produção de lixo. Isso porque, após ser utilizado, o Miswak pode ser enterrado no quintal para se decompor na natureza, como qualquer outro galho.
Em suas pesquisas, Sadder ainda descobriu que o Miswak já era utilizado por povos da Antiguidade na hora da higiene bucal. Sendo assim, a estudante de design, apenas, deu um “toque de modernidade” à técnica: ela desenvolveu uma embalagem (reutilizável) para o graveto que, além de facilitar o transporte da “escova de dentes”, vem com uma espécie de cortador de charutos. Assim, após utilizar o graveto, o usuário pode cortá-lo e deixa-lo pronto para a próxima “escovada”.
Por enquanto, o produto desenvolvido por Sadder é, apenas, um protótipo – batizado por ela de THIS –, mas, segundo a pesquisa da estudante, o Miswak já é vendido pela internet em sites especializados. Você toparia trocar sua escova de dentes por um graveto?
Comentário: Desconfio que apesar desse projeto da libanesa Leen Sadder ser bom e sustentável, não vai vingar. As pessoas já estãoi acostumadas a usar escovas de dentes, e para muita gente mudar seria inútil. Além disso, é preciso cortar o gravetinho à medida que se usa o Miswak, e para a maioria das pessoas a acomodação e a preguiça são muito maiores que a vontade de fazer algo que, de alguma forma, ajude o nosso planeta a ficar cada vez mais "saudável". Outro fator que não ajuda para a realização e sucesso desse projeto é que o Miswak é, por enquanto, mais caro do que muitas escovas de dentes e o graveto não iria durar muito tempo também. Ou seja, mais gasto. A única coisa que se pode aproveitar desse projeto e fazer com que as pessoas usem o Miswak é fazer isso:
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/graveto-pode-ser-escova-de-dentes-sustentavel/
Catracas do metrô podem produzir energia limpa
25 de maio de 2011
Cerca de 2.56 milhões de pessoas passaram, diariamente, pelas catracas do metrô paulistano em 2010, segundo dados da prefeitura da cidade. Já pensou se toda essa movimentação pudesse ser transformada em energia elétrica?
Essa é a ideia de três alunos de Administração da FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, de São Paulo: juntos, Renato Góis Figueiredo, Lucas Rodrigues Lamas e Tatiana da Silva desenvolveram um projeto que prevê a instalação de geradores elétricos nas catracas das estações de metrô e trem, para garantir que a energia cinética – ou seja, de movimento – produzida pelo giro das catracas seja reaproveitada e convertida em eletricidade.
Os estudantes focaram o projeto nas catracas do transporte coletivo, mas a ideia pode ser aplicada em muitos outros lugares: por exemplo, na entrada dos estádios – imagine quanta energia limpa poderia ser produzida em dia de clássico ou de shows internacionais! – ou nas portas giratórias dos bancos, que seguem o mesmo princípio das catracas. Você consegue pensar em algum outro lugar onde a técnica pode ser aplicada?
O projeto dos brasileiros venceu, em 2010, o concurso EDP University Challenge, que premia as melhores iniciativas, pensadas por universitários, para a produção de energia elétrica e, agora, os estudantes estão aprimorando o projeto, com o auxílio de uma bolsa de estudos. Já pensou se a ideia pegar?
Comentário: É impressionante o número de cientistas que vêm criando projetos para produzir energia elétrica limpa e de maneira mais simples e acessível. Se continuar nesse ritmo, vamos depender cada vez menos da energia que vem de grandes usinas, e é provável que no futuro cada casa tenha sua própria produção de energia, de alguma maneira. Produzir energia a partir das catracas de metrô ou das portas giratórias de banco seria um processo muito eficiente, já que por elas muuitas pessoas passam, todos os dias.
Link: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/catracas-do-metro-podem-produzir-energia-limpa/
Cerca de 2.56 milhões de pessoas passaram, diariamente, pelas catracas do metrô paulistano em 2010, segundo dados da prefeitura da cidade. Já pensou se toda essa movimentação pudesse ser transformada em energia elétrica?
Essa é a ideia de três alunos de Administração da FEI – Faculdade de Engenharia Industrial, de São Paulo: juntos, Renato Góis Figueiredo, Lucas Rodrigues Lamas e Tatiana da Silva desenvolveram um projeto que prevê a instalação de geradores elétricos nas catracas das estações de metrô e trem, para garantir que a energia cinética – ou seja, de movimento – produzida pelo giro das catracas seja reaproveitada e convertida em eletricidade.
Os estudantes focaram o projeto nas catracas do transporte coletivo, mas a ideia pode ser aplicada em muitos outros lugares: por exemplo, na entrada dos estádios – imagine quanta energia limpa poderia ser produzida em dia de clássico ou de shows internacionais! – ou nas portas giratórias dos bancos, que seguem o mesmo princípio das catracas. Você consegue pensar em algum outro lugar onde a técnica pode ser aplicada?
O projeto dos brasileiros venceu, em 2010, o concurso EDP University Challenge, que premia as melhores iniciativas, pensadas por universitários, para a produção de energia elétrica e, agora, os estudantes estão aprimorando o projeto, com o auxílio de uma bolsa de estudos. Já pensou se a ideia pegar?
Comentário: É impressionante o número de cientistas que vêm criando projetos para produzir energia elétrica limpa e de maneira mais simples e acessível. Se continuar nesse ritmo, vamos depender cada vez menos da energia que vem de grandes usinas, e é provável que no futuro cada casa tenha sua própria produção de energia, de alguma maneira. Produzir energia a partir das catracas de metrô ou das portas giratórias de banco seria um processo muito eficiente, já que por elas muuitas pessoas passam, todos os dias.
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